Crítica | Mulher-Maravilha (sem spoilers)

A Mulher-Maravilha foi criada por William Moulton Marston (sob o pseudônimo de Charles Moulton) e Harry G. Peter, aparecendo pela primeira vez na edição nº 8 de All Star Comics, em dezembro de 1941, o mês do ataque japonês a Pearl Harbor e que marcou a entrada dos EUA na Segunda Guerra Mundial, a virada decisiva para o histórico conflito. Crescendo rapidamente em popularidade, a personagem ganhou a sua própria revista em 1942, convertendo-se em um dos ícones femininos mais importantes da cultura pop. Apesar do impacto imediato, a Mulher-Maravilha não seguiu o caminho bem-sucedido de Batman e Superman em outras mídias, personagens que ainda nas décadas de 1940 e 1950 foram adaptados em filmes seriados e programas de rádio e firmaram-se de vez nos cinemas nos finais das décadas de 1970 e 1980 com obras de enorme sucesso.

A Princesa das Amazonas recebeu sua primeira tentativa de adaptação live action em 1967, com um piloto de série nunca exibido, e uma segunda tentativa fracassada em 1974. Em 1975, a ABC investiria em uma série com Lynda Carter no papel principal que duraria até 1979. O sucesso foi grande, mas a personagem entrou em novo hiato. Novas tentativas não faltaram: Ivan Reitman, Jon Cohen, Joss Whedon e David E. Kelley estiveram ligados a três possíveis filmes e a uma série de TV, mas todas as tentativas estagnaram e não foram adiante: a Warner Bros. nunca demonstrou entusiasmo pelo projeto. Não até recentemente, quando a personagem, interpretada pela israelense Gal Gadot, fez sua estreia no universo estendido da DC com uma participação curta e certeira em Batman Vs Superman, aumentando exponencialmente a expectativa para o seu filme solo. E pode-se afirmar sem medo de errar que a expectativa foi plenamente cumprida (com sobras) por Patty Jenkins, Gal Gadot, Chris Pine e companhia.

Um prólogo fugaz na Paris dos dias atuais introduz a vereda por onde a memória nostálgica de Diana Prince (Gal Gadot) viajará. Somos levados para a ilha de Themyscira, o paraíso escondido nas brumas do oceano, criado por Zeus para abrigar uma sociedade de mulheres guerreiras que um dia lutaram ao lado dos deuses contra Ares, o deus da guerra. A ilha é um santuário para as Amazonas, que diante do possível retorno de Ares dedicam-se às artes do combate sob a liderança da indomável General Antiope (Robin Wright), enquanto enchem de mimos a única criança do lugar: a pequena e decidida Diana (a graciosa Lilly Aspell), filha da Rainha Hipólita (Connie Nielsen).

Inicialmente protegida dos treinamentos de combate por sua mãe, eventualmente Antiope convence Hipólita da necessidade de ensinar Diana a lutar. Na idade adulta ela logo se revela a mais habilidosa de todas as amazonas, ainda sem saber toda a verdade por trás da sua concepção diferenciada. A paz e o isolamento de Themyscira desaparecem quando um avião cai em suas águas. Salvo do afogamento por Diana, Steve Trevor (Chris Pine) acaba inadvertidamente trazendo o horror da guerra ao lar das amazonas, na figura dos seus perseguidores alemães. Sob a influência do laço da verdade, Trevor revela ser um soldado americano disfarçado entre os alemães para coletar informações de inteligência sobre um poderoso gás venenoso desenvolvido pela Doutora Veneno (Elena Anaya) sob as ordens do sádico General Ludendorff (Danny Huston). Quando escuta a descrição que Trevor faz da “guerra para acabar com todas as guerras”, Diana se convence de que Ares retornou exercendo sua influência maligna sobre os homens e resolve partir para confrontá-lo.

Mulher-Maravilha é uma clássica história de origem. O roteiro escrito por Allan Heinberg, roteirista de sucesso na Marvel Comics, na DC Comics e em séries de TV norte-americanas, a partir de história criada por Zack Snyder, Jason Fuchs e o próprio Heinberg, é eficiente em estabelecer Diana Prince e o seu universo para o grande público. Sua origem é contada em poucos minutos e mesmo na figura infantil de Lilly Aspell já é possível perceber que Diana Prince será uma mulher decidida, corajosa e impetuosa na vida adulta.

Quando Gal Gadot finalmente entra em cena temos a certeza de estarmos diante de uma genuína super-heroína. A inexperiência da atriz israelense não impede que Patty Jenkins extraia dela uma atuação sólida, enquanto o seu carisma completa o que poderia faltar na mistura. Ingênua, extremamente idealista, brava, corajosa e intensa, a personagem de Gal Gadot não abre espaço em suas ações para indecisões ou questionamentos sobre sua missão e seu dever. Não há cinismo em nenhuma suas atitudes: ela deseja, do fundo do seu coração, derrotar Ares, acabar com a guerra e salvar os seres humanos. No front de batalha distrai-se a todo instante com o sofrimento dos civis, dos soldados e até mesmo dos animais, contraditando o pragmatismo de Steve Trevor, sabedor de que em uma guerra é impossível salvar a todos.

Sua atuação é adorável e graciosa – a câmera de Patty Jenkins destaca com talento as suas expressões e reações, seus olhos determinados e bondosos e sua indignação autêntica diante das iniquidades dos seres humanos – e a incursão de Gal Gadot no humor prova-se certeira. Suas interações no mundo dos homens são hilárias. Das mais de duzentas roupas que ela experimenta – sem entender como as mulheres podem lutar vestidas daquele modo – ao prazer inenarrável de provar um sorvete pela primeira vez, passando pela tentativa de cruzar uma porta giratória empunhando escudo e espada, pela sua indiferença diante dos ambientes e costumes que coíbem as mulheres e na feminilidade que exala por todos os seus poros quando vê um bebê nas ruas de Londres e sai correndo querendo pegá-lo no colo, todas as confusões que a personagem vivencia arrancam um sorriso do rosto que não é provocado apenas pelo humor, mas também pelo prazer de observar a vivacidade emocional que a personagem transmite.

O encontro entre Diana Prince e Steve Trevor (Chris Pine, na melhor atuação do longa-metragem) em Themyscira apresenta duas almas gêmeas já nos close-ups do sorriso curioso de Diana vendo um homem pela primeira vez e da expressão de incredulidade de Trevor diante da impressionante mulher que o observa. O romance e a tensão sexual (explorada ao máximo em inúmeras situações cômicas) sugerem-se imediatamente e são desenvolvidos ternamente na narrativa, com direito a momentos de leveza ímpar como a dança de Diana e Trevor nas ruas de um povoado enquanto a neve cai e a Princesa das Amazonas encanta-se docemente com o espetáculo mágico dos cristais de gelo desprendendo-se do céu.

Quando Diana Prince finalmente é levada por Steve Trevor ao front de batalha, o que a super-heroína testemunha é o horror e a devastação da guerra: crianças sem pais, famílias destruídas e soldados mutilados. Da ilha de Themyscira para a Europa devastada pela Grande Guerra na década de 1910, dois universos tão díspares são contrapostos pela competente fotografia de Matthew Jensen, que ilumina, escurece, colore e acinzenta os ambientes de acordo com o estado de suas escolhas. Na trincheira pestilenta em que soldados lutam por meses sem conseguir avançar um centímetro sequer, Diana impõe-se a Trevor e seus amigos mercenários Sameer (Said Taghmaoui), Charlie (Ewen Bremner) e Chefe (Eugene Brave Rock), que desejam seguir na missão, mais importante que o horror daquele cenário em particular – mas não para a Mulher-Maravilha. Guiada por suas emoções e convicções, Gal Gadot salta para o campo de batalha em uma extraordinária sequência de ação: alvejada por metralhadoras, rebate as balas com seus braceletes; com seu escudo avança em minutos por todos os espaços que os soldados não conseguiram conquistar em meses de batalha.

Sendo apenas o seu segundo longa-metragem depois de estrear em 2003 com Monster – Desejo Assassino e permanecer longos anos dirigindo episódios de séries televisivas, Patty Jenkins entrega uma direção luminosa em Mulher-Maravilha. Desenvolvendo com talento a relação da sua dupla principal, a diretora combina aventura, humor, romance e ação com competência ao construir um filme ambientado na guerra sob os olhos humanos de uma protagonista sem vícios que transpira um ar de inocência raro em filmes de super-heróis atuais. As sequências de ação são repletas de slow motion (ao estilo Matrix [1999] das irmãs Wachowski, com suas acelerações repentinas nas composições) e os braceletes e o laço da verdade são usados de maneira dinâmica em combate.

Mulher-Maravilha é um enorme acerto. Um filme com um espírito de aventura inspirado por Indiana Jones e Os Caçadores da Arca Perdida (1981) e uma aura de encantamento pela figura clássica do super-herói que remete diretamente a Superman: O Filme (1978) – com direito a uma fantástica e providencial homenagem à cena do beco com Diana Prince e Steve Trevor assumindo os papéis de Clark Kent e Lois Lane. O semblante é de filme antigo, como se fosse uma releitura charmosa dos clássicos de matinês de muitas décadas atrás, feitos para toda a família. O roteiro simples, que não se ocupa com discursos vazios, não perde tempo em estabelecer múltiplas ligações para eventos futuros e vai do ponto “A” ao ponto “B” sem gorduras ou incoerências, ganha vida e frescor com uma protagonista carismática, um coprotagonista de talento, coadjuvantes com participações curtas mas eficientes, fartas doses de ação e humor e uma atmosfera cativante. Mulher-Maravilha é divertido, encantador e inspirador, apresentando ao mundo uma heroína determinada que luta pela verdade e pela justiça sem titubear em um só instante. Um filme com alma e coração cravejados de esperança legítima no melhor que a humanidade pode oferecer – como todo super-herói deve ser.

Autor: Rodrigo Oliveira

Mulher-Maravilha (Wonder-Woman) – EUA, 2017, cor, 141 minutos.
Direção: Patty Jenkins. Roteiro: Allan Heinberg. Música: Rupert Gregson-Williams. Cinematografia: Matthew Jensen. Edição: Martin Walsh. Elenco: Gal Gadot, Chris Pine, Robin Wright, Danny Huston, David Thewlis, Connie Nielsen, Elena Anaya, Lucy Davis, Said Taghmaoui, Ewen Bremner.

  • Clementine Kruczynski

    Rodrigo mais uma vez arrasando na crítica, to doida pra assistir esse filme, sou fã da Maravilhosa e ja esperava que esse filme fosse um grande acerto

  • Deathstroke

    Ótima crítica!
    Vou ver se assisto o filme nesse fim de semana.

  • Ótima crítica. Assistirei amanhã se tudo der certo. Viva ao girl power!

  • Rodrigo

    Valeu. O filme é ótimo. Os filmes de super-heróis em 2017 por enquanto estão cumprindo as expectativas.

  • cleber

    Eu falei pro Jipeiro há uns meses atras. Quando ele falou algo sobre encontrar o mundo do patriarcado. Eu disse que ela também iria adorar o mundo do sorvete de chocolate! kkkk

    São muitas coisas diferentes para se prenderem apenas em um aspecto. Que bom que usaram isso.

    Só uma duvida: como o Trevor chega até a ilha? É tipo por uma fenda no tempo ou ela existe no mundo normal no universo DC?

  • Rodrigo

    Vê-la no mundo dos homens é uma das melhores coisas do filme – fica a vontade de ver mais disso. Engraçado e encantador.

    Themyscira existe no mundo real em algum ponto não-definido (provavelmente próximo da Europa), escondida por espessas brumas.

  • Rodrigo

    Valeu. Bom filme.

  • Rodrigo

    Valeu, Stella. Bom filme.

  • Rorschach

    Ótima crítica.
    Por acaso,o Chefe é uma homenagem ao Chefe Apache dos Super Amigos???
    Não sabia que Allan Heinberg era roteirista do filme,decisão acertada da Warner. Ele escreveu Jovens Vingadores,um arco da Liga da Justiça e um pouco da própria MM depois da história “Crise Infinita”.
    A Doutora Veneno parece mesclar várias versões da personagem,se inspirando mais na antiga.
    Falando em vilões,os 3 estão bons no filme???(Ares,Ludendorff e Doutora Veneno)

  • Rorschach

    Para o próximo filme,acho que seria interessante a Mulher Leopardo e a Veronica Cale(que equivale ao Lex Luthor da Mulher Maravilha).
    Seria legal se a Giganta aparecesse em algum filme como vilã secundária,mas acho difícil já que atualmente a personagem não é muito usada e não combina mais tanto com a Mulher Maravilha como antigamente.
    https://uploads.disquscdn.com/images/c37118ad02a614a29f77e4d0454c79ae78d5cfdd52bf2cc96e0745b68ec4fd82.jpg

  • Rorschach

    Logan,Guardiões 2,Mulher Maravilha….acho que nesse ano todos os filmes Marvel e DC serão bons.

  • Green Meanie Is Back

    Excelente crítica Rodrigo!
    Que filme Maravilhosamente Maravilhoso!
    A Gal Gdot estava ótima e o Chris Pine nem se fala. A química dos dois estava excelente. 2017 só está acertando em relação aos filmes de herói.

  • Mantovanni

    Ótima crítica Rodrigo!

  • Rorschach

    Eu gostaria que no presente o Steve tivesse algum parente trabalhando pra Argus e que virasse amigo da Diana(nem precisavam começar a namorar). Prefiro isso do que ter Batman com Mulher Maravilha,pior é ela com o Superman.

  • Mantovanni

    A ilha existe no mundo normal, só que meio que disfarçada por um “escudo”

  • Rorschach

    Será que ficaria bom Shazam dirigido por Patty Jenkins???

  • Rorschach
  • Mantovanni

    Depois de um Homem de Aço tido por muitos como um filme morno, um Batman v Superman extremamente questionado e um Esquadrão Suicida considerado bem aquém das expectativas, Mulher Maravilha chega aos cinemas trazendo consigo um gigantesco peso sobre seus ombros, pois muitos colocavam a filha de Zeus como a única capaz de “salvar” todo o UCDC da completa derrocada. E que bom que a heroína possui força sobre humana de sobra para carregar esse fardo.

    Iniciando o filme com uma ótima explanação sobre o que são e como surgiram as Amazonas, Patty Jenkins faz um perfeito encaixe do lindo e colorido mundo das guerreiras com o cinza e apático mundo da humanidade. Mesmo partindo de uma premissa bem fantasiosa (a existência de deuses gregos) o enredo do filme é completamente assimilado como algo realmente possível e palpável, que se encaixa como uma luva ao mundo real do expectador.

    Apresenta-se uma Diana ainda criança, mas que já almejava as batalhas, cortejando o treinamento acrobático, eficiente e mortal das amazonas, como se já pressentisse quão grandiosa poderia ser. Se vê muita ternura e inocência em seus atos e palavras, características essas que ela carrega até sua fase adulta quando então conhece o Capitão Steve Trevor, este que por sua vez faz um excelente contraponto com a princesa de Themyscira, trazendo consigo a malicia característica dos homens.

    O próximo ato nos brinda com uma extasiante batalha das amazonas contra os homens, onde se vê empolgantes plano-sequencias das amazonas dando os mais variados golpes, acrobacias e saltos que nos mostram como habilidosas e fatais podem ser as guerreiras. Entre flechas, espadas, escudos e tiros, Diana tem seu primeiro vislumbre do horror de uma guerra, o que só aumenta a determinação da princesa em querer salvar a humanidade de uma terrível ameaça que está por vir.

    A partir desse momento, como em todo filme de origem, começa a jornada de ascensão de Diana rumo ao momento em que ela enfim se descobrirá uma “mulher maravilha”, capaz de feitos inimagináveis e sobre humanos, descobrindo aos poucos a real extensão de seus poderes, disfarçados há muito custo ao longo dos anos por sua mãe, a rainha Hipólita, que temia pelo que pudesse vir a acontecer com sua filha quando essa se revelasse para o mundo.

    Vê-se então Diana tentando se encaixar ao mundo dos humanos, o que acaba rendendo ótimas cenas desde relances de humor muito bem acertados até alguns momentos de reflexão, onde a princesa, do alto de sua realeza, acaba subjugada devido a visão ainda muito antiquada do papel que a mulher possui perante a sociedade da época, ora retratado por momentos de preconceito quanto a sua capacidade ou até mesmo pelo comportamento super protetor de Trevor.

    A ânsia da Mulher Maravilha em enfrentar seu inimigo acaba levando Diana para o front de batalha, onde vemos o início do desabrochar dos seus verdadeiros poderes, trazendo consigo uma serie de cenas de ação muito bem elaboradas, com direito a slow motion bem colocado, os mais variados golpes, sem esquecer de citar a grande habilidade da princesa no manejo de todas as suas armas, que mais parecem uma extensão de seu corpo.

    O filme parte então para o seu último ato, onde temos mais cenas de ação muito bem coreografadas, momentos de muita emoção, Diana no ápice de seus poderes e cenas de luta de cair o queixo numa batalha de proporções cavalares. O vilão é excelente, bem construído, bem apresentado, entrega ótimas cenas de ação, diálogos memoráveis e representa realmente algo perigoso e desafiador considerando a vasta extensão dos poderes da nossa querida heroína.

    E aí chegamos na única parte do filme que não considero só elogios. O vilão tem um ótimo crescimento na trama, mas a luta em seu desfecho derradeiro, acaba acontecendo de forma rápida, diria até fácil e pretensiosa considerando momentos anteriores, caindo nos velhos clichês de motivação de vilões de heróis. Destaco também que a luta final repete um exagero que quem assistiu Batman v Superman e se incomodou com a luta contra Apocalipse vai identificar prontamente.

    Mas isso nem de longe apaga todos os acertos do filme, que transcorre redondinho, sem atropelos nem arrastos, trazendo um excelente retrato da heroína mais forte e conhecida de todas, só confirmando todas aquelas sensações que tivemos quando ela apareceu pela primeira vez em Batman v Superman vestida de Wonder Woman. Diana encanta, impressiona, cativa e deixa a certeza de que o UCDC ainda tem muita coisa boa pra mostrar aos fãs nas telas do cinema.

    Ah, só mais uma observação: o solinho de guitarra vai te arrepiar…

  • Aragorn II, son of Arathorn

    Mulher Maravilha é exatamente o que o Universo Estendido DC carecia neste momento. Não apenas em qualidade… (apesar de Esquadrão Suicida ser o único abaixo da média, em minha opinião) mas na recepção, no tom e na iconicidade.

    A mitologia estabelecida para a personagem é primorosa! Os deuses, sua origem e seu propósito… Themyscira cativa nos primeiros minutos. Antíope e Hipólita, o passado das Amazonas e o que houve entre os deuses e a humanidade… tudo muitíssimo bem apresentado,

    Gal Gadot se sobressai, e destrói qualquer dúvida sobre sua aptidão para o papel. A cena em que cruza as trincheiras traz enorme heroísmo, sua presença é forte, e cada pequena interação com o ”mundo das homens” convence. Forte, feminina… e heroica, tão heroica quanto os maiores ícones do gênero. Chris Pine não fica atrás… a química entre eles é fantástica, da delicadeza ao humor.

    O primeiro ato me incomodou levemente, tudo me pareceu corrido… mas deve ter sido apenas uma primeira impressão; o vilão também poderia ter sido melhor. Ainda assim, as qualidades superam com folga os erros, os quais esquecemos com facilidade.
    IMENSAMENTE feliz com a qualidade deste filme!

    Excelente crítica, Rodrigo!

  • Aragorn II, son of Arathorn

    Previ essa da Patty/Maria há uns meses! Hahaha….

  • Rorschach

    Seria David Ayer o Judas? Pois ele fez aquela atrocidade em 2016 chamada ES….

  • Aragorn II, son of Arathorn

    Pode ser… maldito seja!

  • Rorschach

    E todo mundo achava que seria bom.

  • Rorschach

    Assim como antes de trair Jesus, pensavam que Judas era bom.

  • Aragorn II, son of Arathorn

    Não me incomodaria de ver ela com o Batman, mas acredito que, no fim, ficará sozinha… ela não precisa de par romantico agora, eu acho.
    Mas, se for pra ter, pode ser com o Bruce. Ela interage bem com o Affleck…

  • Aragorn II, son of Arathorn

    Judas pode ser a Warner too… ou seria Império Romano? Hahaha…

  • Rorschach

    No filme não teve uma cena que lembrava essa animação? Provavelmente sua resposta será não,mas se tivesse teria sido muito foda ver a Hipólita em ação:
    https://www.youtube.com/watch?v=MRIQjtpZUAM

  • Rorschach

    kkkkkkkkkk

  • Aragorn II, son of Arathorn

    Só tenho UMA desconfiança… Homecoming. Sei lá… ainda não tenho confiança.
    Thor parece cada vez melhor, Liga também…

  • Green Meanie Is Back

    Eu acho que Homecoming vai ser um dos melhores e vai pegar muitos desconfiantes de surpresa hehehe……

  • Rorschach
  • Rorschach

    Me lembrei que na série da Lynda Carter,tinha o Steve e o Steve Trevor Jr,o filho dele com outra mulher. O filho se não em engano só ajudava a Diana,não era par romântico que nem o pai.

  • Aragorn II, son of Arathorn

    Tomara… hahaha!
    Mano, eu torço MUITO pelo filme, mas não sei se vou gostar… talvez seja bom e eu não goste, sabe?
    Thor confio um pouco, mas estreia muito perto da Liga…

  • Aragorn II, son of Arathorn

    Acho meio difícil aparecer o Jr aqui… kkkkkkkk!
    A não ser que desenvolvam MUITO bem, por mim nem tinha par romantico pra ela….

  • Rorschach

    Ele não precisa ser par romântico,só amigo mesmo. O Steve Trevor dos novos 52 é totalmente ligado a Argus,que por sua vez apareceu nas histórias da Liga Sombria,que por sua vez tinha a Orquídea Negra como membra,que por sua vez era uma agente infiltrada trabalhando para a Argus kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  • Aragorn II, son of Arathorn

    Hehehe… nenhum deles é tão marcante quanto Zod. Gostei do Ares; os outros foram ok. Mas podiam ser melhores… hehehe!

  • Rorschach

    Então,por enquanto os melhores vilões do DCUE são Zod e Ares(apesar do último não chegar tão perto do primeiro,pelo que parece.).

  • Aragorn II, son of Arathorn
  • Clementine Kruczynski

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  • Aragorn II, son of Arathorn

    Hehehe… talvez, acho que sim. BvS não teve lá vilões marcantes, apesar de achar o Lex do filme legal – mesmo que NEM UM POUCO fiel…
    ES nem se fala, né?
    Mas, é, talvez… rsrs!

  • Rorschach

    Entendi.
    E sobre aquele vídeo que eu te mandei no comentário,infelizmente não tem nenhuma cena com a Hipólita contra o Ares?

  • Aragorn II, son of Arathorn

    Eita, não respondi, né? Sorry…
    Nadinha, mano. As outras amazonas não aparecem muito… quando aparecem, se destacam, mas é só no primeiro ato mesmo. Não crie muito Hype nelas – quem sabe em próximos filmes?

  • Rorschach

    Pô,eu queria um flashback da Hipólita chutando bundas…kkkkkkkk
    Essa animação da Mulher Maravilha é muito boa,se não viu,tente ver. Vai gostar muito.

  • Aragorn II, son of Arathorn

    Vou ver, sim… hahaha!
    Teremos flashbacks dela na Liga… QUEM SABE? Kkkkkkkkkkkk…

  • Rorschach

    Espero….

  • Rodrigo

    Possivelmente sim. Tem a delicadeza necessária para abordar uma criança que vira herói e que ainda assim permanece criança.

  • Rodrigo

    Valeu.

  • Rodrigo

    Valeu, meu amigo. O filme é dos dois. Gadot e Pine formam uma dupla excelente: na ação, no romance, no humor. Os outros personagens são até subaproveitados, mas é compreensível diante de como o roteiro conseguiu construir a dinâmica entre Diana e Steve.

  • Rorschach

    Espero que ela não fique só na Mulher Maravilha. É uma ótima diretora.
    Pena que não teve no filme uma cena da Hipólita ainda jovem lutando contra o Ares,que nem na animação. Mas poderia ficar um pouco sem sentido no meio da trama,sei lá…
    Quem sabe se fizessem….uma versão estendida. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
    Dessa vez,a Patty afirmou que não cortaram nada do filme.

  • Rodrigo

    Pra coisas inúteis e idiotas as pessoas são extremamente rápidas.

  • kkkkkkkkkkkkkkkk

  • Rorschach

    Eu sempre levo na brincadeira isso de Snygod,etc. Acho engraçado,porém não ponho num pedestal diretores. Se é pra por,que ponham os gênios do cinema que criaram tudo que existe nos filmes,as coisas mais importantes.

  • Rorschach

    Digo isso porque tem maluco que realmente venera o Snyder,por exemplo.

  • Rodrigo

    Valeu. A cena das trincheiras é a melhor. Não apenas por ser a mais bem coreografada por ser o ponto de virada da personagem, a primeira vez em que ela efetivamente é a Mulher-Maravilha no filme. Muito boa.

    É um filme de origem. É quase impossível não ter partes corridas. Os únicos recentes que eu me lembro de não terem sofrido com isso são Batman Begins e Homem de Ferro. Sobre o vilão penso ser a mesma coisa…rs Todo vilão de filme de origem tem pouco espaço. Talvez o Lex Luthor de Superman e o Duende Verde de Homem-Aranha sejam os únicos que tenham conseguido escapar disso. Acho até que se não usassem Ares teria sido melhor, mas dificilmente não usariam um vilão clássico da personagem.

  • Rodrigo

    Para alguns é brincadeira, enquanto outros veneram esses diretores de verdade e os colocam em pedestais, mas independente da motivação esse tipo de montagem é de uma bizarrice e mal gosto inacreditáveis.

  • Rorschach

    De vilões principais de guerra,a Mulher Maravilha tem a Doutora Veneno e o Barão Blitkrieg. Dificilmente deixariam só esses dois no filme.
    E já que o Ares nas HQS é um vilão memorável….

  • Rorschach

    Para a sequência,acha que deveriam usar qual vilão ou vilões?

  • Rodrigo

    Talvez Circe, ou então Mulher-Leopardo para permitir combates mais físicos.

  • Rorschach

    Eu acho que poderia ser a Mulher Leopardo e a Veronica Cale(praticamente o Lex Luthor da Mulher Maravilha). E já poderia se passar no presente.
    Acho que presenciar a primeira guerra já é um dos motivos que leva a Diana a perder a fé na humanidade. Existem pessoas que voltaram loucas,e outra,foi a primeira vez que ela presenciou aquilo.

  • Rodrigo

    Deve ser ambientado no presente mesmo. Por mais que fosse interessante ver mais da Diana toda confusa com os costumes do mundo dos homens é improvável que ambientem outro filme no passado.

  • Mulher Mortífera

    Crítica primorosa. Assisti o filme, estou tentando absorver ainda, que filme maravilhoso. Era tudo que eu queria ver de heroína sendo tratada como deveria, e o melhor vendo minha heroína favorita em seu filme solo. Que época magica estamos vivendo para os amantes de HQs.

  • Rorschach

    Concordo.
    Poderiam adaptar em algum filme a fase do Brian Azzarello para a personagem. Se não me engano ele e o desenhista da fase são até citados nos créditos junto dos criadores da MM(William Moulton Marston e Harry G. Peter),o George Pérez e Phil Jimenez.

  • Rorschach

    E infelizmente muitos não sabem aproveitar,se preocupam mais em “saber quem é a melhor”.

  • Mulher Mortífera

    Horrível mesmo. Por isso gosto do publico daqui, que são bem sensatos. Temos que aproveitar o melhor desta época.

  • Rodrigo

    As minhas leituras da personagem são todas antigas, então eu espero que os próximos filmes bebam bastante da fase do Pérez. Uma pena que não teremos mais Steve Trevor.

  • Rodrigo

    Acabou que aquela saída da história do ninar foi eficiente para contar a história das amazonas. No futuro é bem provável que ela dirija outros, mas o que a Warner deve garantir é mantê-la nas sequências.

  • Cara, que alívio. Além de ver que muitos dos críticos adoraram o filme, fico mais feliz ainda que você, meu amigo, tenha gostado.
    Adorei a sua crítica. Bem escrita e, assim como o filme, inspiradora. Zack Snyder é um ótimo diretor para ação, mas mesmo sendo fã dele, tenho que admitir que não sabe tirar proveito dos atores à sua disposição. Eu estou extremamente contente que a Patty tenha conseguido extrair tudo de bom que a Gal tem a oferecer. É uma atriz nova ainda, tem muito o que aprender (e é trabalhando com pessoas talentosas que sua carreira pode florescer mais ainda).

    Rodrigo, pelo visto a origem dela é uma salada de grandes abordagens. Pelo seu texto identifiquei inspirações das fases do Pérez, Azzarello, Greg Rucka (pré-Flashpoint e Rebirth) e do William Moulton Marston. Quando citou a inocência no olhar da personagem, ao encontrar o Steve Trevor, me veio à cabeça as abordagens da Era de Ouro. Completamente ingênua nossa querida Diana era, até descobrir como o mundo realmente é.

    Aliás, não citou o Torneio da Mulher-Maravilha no texto. Eu pensei que utilizariam ele no filme, mas, bem, sem problemas. Meu amigo, essa passagem da personagem descobrindo as coisas do mundo do patriarcado me fez lembrar muito a abordagem que ela está tendo no Rebirth, nas histórias do Ano Um. Os bebês, o sorvete (não me recordo se ela tem contato com essa refeição gelada também, mas não sei porquê, tenho isso em minha memória). Está simplesmente magnífico.

    Não consegui assistir hoje, como tentei fazer (de última hora). Vou ter que ir no sábado mesmo (mas, mesmo assim, tentarei ir amanhã kkkkk). Mais uma vez, parabéns pela crítica, Rodrigo. Vida longa ao universo DC nos cinemas e, por favor, quero ver a Patty em diversos outros projetos.

  • O que mais me preocupava era a recepção. Ainda bem que em relação a isso já podemos ficar tranquilos.

  • Rorschach

    Acho que o Jipeiro deve ter falado pra você sobre essa HQ do Azzarello. Recomendo muito.
    Poderiam colocar algum parente dele,neto,sei lá. Tipo que nem a série da Lynda Carter onde tinha o Steve e depois o filho dele. Porém,não seria a mesma coisa…..
    Acho que isso pode acabar acontecendo porque o Steve Trevor dos Novos 52 tem relação com a A.R.G.U.S,que estava presente nas histórias da Liga da Justiça Sombria.<spoiler
    https://uploads.disquscdn.com/images/720ee909de4009f9af62f418307f0897d39b7f29e63807e835f07ed711a3f9ac.png

  • Mulher-Leopardo seria uma ótima escolha. Já poderiam até introduzir a Circe para o terceiro filme.

  • Rorschach

    No Vício os fanboys fakes ficaram zoando o fato de não ter o torneio.

  • Aragorn II, son of Arathorn

    No momento em que os pés delas tocaram a escada, me arrepiei, da cabeça aos pés. Cena belíssima…

    Exatamente… hahaha! Mas só notei tal correria no primeiro ato, que é responsável por apresentar tudo. Assim que saem de Themyscira… tudo melhora.
    Sobre o vilão… o Zod foi um ótimo vilão para um filme de origem, ou pensa o contrário? Ao meu ver, seria uma boa inspiração para o Ares…
    Poderiam ter usado outro vilão – Circe? Ou algum outro deus grego, talvez -, mas o Ares funcionou, ainda assim.
    Só fico triste porque ele não irá retornar… merecia, melhor vilão da personagem.

  • Se pararmos para pensar, o Torneio é uma parte da história SUPER ultrapassada.
    Hipólita não reconhecendo a própria filha, por causa de uma máscara ou algo do tipo.
    Não faz muito sentido, mas na época que foi colocada na narrativa era legal.

  • Aragorn II, son of Arathorn

    Minha também… rsrs. Eu tinha um pouquinho de medo, vou admitir, por causa da Warner mesmo. Mas me aliviei MUITO….

  • Rorschach

    Verdade.

  • Combates físicos… Esse é um dos muitos motivos que me fariam ficar contentes com a Mulher-Leopardo antagonizando o segundo filme. Ela (Verônica Cale) e a Circe têm até um histórico trabalhando juntas, poderiam até unir forças e duelar contra a Diana em um terceiro filme.

  • Rodrigo

    Eu não considero nenhum vilão de filme de origem ruim (como acho, por exemplo, os vilões de Esquadrão Suicida e Thor 2). Tem uns mais icônicos que outros (Luthor em Superman, Coringa de Jack Nicholson em Batman, Duende Verde em Homem-Aranha), mas todos os que eu me lembro cumpriram relativamente bem seus papéis: Caveira Vermelha, Monge de Ferro, Loki, Zod, Ra’s Al Ghul. Só possuem pouco espaço quase sempre…rs

  • Hehehehehe
    Esses caras não brincam em serviço!

  • Aragorn II, son of Arathorn

    Cara, filme excelente… sobre a origem dela, acho que voce irá gostar do que fizeram – é até simples…

    VIDA LONGA AO DCUE!

  • Rodrigo

    Valeu, meu amigo. Sim, a origem dela é bem mesclada e há espaço até mesmo para referências a ela ter sido feita do barro…rs Conseguiram pescar muita coisa de muitas fases.

    A Patty consegue extrair uma atuação competente da Gal e o que falta a ela em tarimba sobra em carisma. E afinal, para um blockbuster isso é algo tão essencial quanto o talento interpretativo – que filmes do tipo nem exigem tanto. Além do mais a atuação do Chris Pine, que é ótimo ator, contribui bastante para fazer a própria Gal crescer em cena.

    Se não conseguir amanhã, de sábado não passa…rs Você irá gostar do filme. Agora é esperar que não demorem tanto para a sequência – e aproveitem a Patty da melhor maneira.

  • Pois é… até agora não decepcionou com nenhum filme.

  • Eu ainda temo pelo filme da Liga. Troca de diretores, Snyder com traumas trabalhando no filme. PRESSÃO GIGANTE. Sei lá.

  • Rodrigo

    E sinceramente acho que não irá decepcionar com o restante. Homem-Aranha tem tudo para ser leve e divertido como o filme do personagem precisa ser, em Thor Ragnarok eu confio por causa do Taika Waititi, que é muito bom diretor, e mesmo não sendo fã de Zack Snyder, acho meio impossível Liga da Justiça repetir a recepção de Batman Vs Superman.

  • Aragorn II, son of Arathorn

    Bom, de fato… mesmo o primeiro Thor consegue se sair bem nisso. Considero o Zod um vilão levemente acima da média, assim como Ra’s Al Ghul…
    Gostaria de ver um foco especial no vilão na sequencia – que, aliás, não pode demorar… rsrs.

  • Hehehe… foi mesmo! kkkkkkk

  • Rodrigo

    Valeu. Acho que não tem nada a ver com o personagem de Super Amigos, mas se tivesse seria legal…rs Sobre os vilões, eles estão “ok”. O General é propositadamente caricato, a Doutora Veneno também e Ares cumpre seu papel. Mas é o esperado em filme de origem. Os vilões normalmente servem apenas para atestar a jornada do herói. O essencial era estabelecer com competência a Mulher-Maravilha e isso foi muito bem feito.

  • Aragorn II, son of Arathorn

    Ah, medo eu também tenho… kkkkkk! O Whedon será ESSENCIAL agora. Ele deve finalizar tudo e GARANTIR que o filme saia EXATAMENTE como deve. E acho que ele consegue… só tenho medo de criticarem o filme em demasia. Mas acho que não rola… não DESSA VEZ, ou vou pensar seriamente em me mudar pra Marte na primeira chance…

  • Rodrigo

    É o que parece que irá acontecer. Felizmente.

  • Rodrigo

    Não seria a mesma coisa, mas pode ser que usem algo do tipo.

  • Qual dos seus filmes é o seu predileto?
    MoS, BvS ou MM?

  • Max Eisenhardt

    Excelente crítica, Rodrigo!
    Você faz menções de momentos chave do longa para incidirem na avaliação de determinados aspectos técnicos, como todo crítico deve fazer, mas o faz de maneira ímpar. É impressionante, parabéns!
    Estou ansioso por MM. Já sei que todas as minhas expectativas foram superadas. Um filme de super-herói com a inspiração de um Superman de Richard Donner é o que não pode faltar. Tudo (e muito mais) que eu desejava pra esse filme. XD

  • Aragorn II, son of Arathorn

    Vish, aí voce me ferra… hahaha!
    Acho difícil escolher… mas acho que MoS e MM empatam. E BvS… mano, eu me apaixonei por essa merda de filme, depois do que tive no cinema.
    Por notas?
    BvS Versão Estendida – 9,0
    MM – 8,7
    MoS – 8,7

    Isso sendo o mais racional que posso. Deixando o lado DCneco aflorar como costuma… as notas mudam um pouco! Kkkkkkkkkkk!
    Mas, é, gosto pra caralho dos tres. Páreo duro, meu amigo, páreo duro… hahaha!

  • Essa fase do Azzarello é mítica demais!

  • Max

    Crítica excelente! Estou muito ansioso para ver esse filme, espero me divertir e que seja realmente a redenção do DC Films!

  • Rodrigo

    Valeu. É uma ótima fase a atual, resta esperar que os próximos filmes sejam bons também.

  • Neo

    Bela crítica.
    Vi muitos elogiando mas vou conferir no sábado. O Ricardo Hater não gostou, como sempre kk. (carinha chato).
    Parece que o pessoal reclamou mais foi do final, mas pelo que li as partes boas são muito bem exploradas.
    Sábado vou conferir essa belezura.

  • Neo

    Eu queria uma sequência que explorasse mais os deuses do Olimpo, Hades ou algo do tipo. Dá pra pescar um material excelente dos Novos 52, que é uma fase que se passa no mundo moderno.

  • Neo

    Se bem que em Ano Um do Rucka ele utilizou o torneio. Aaaaaa quero ver logo kkkk

  • Neo

    Quero ver quem vais ser o Judas kkkkkkkkkkk

  • Neo

    Cara, essas trilhas sonoras de animações são demais.

  • Neo

    Pelo visto ela não voa 🙁

  • Neo

    Eu levo na esportiva kk, acho engraçado.

  • Rodrigo

    Valeu, muito obrigado. Espero que você goste do filme.

  • DCNAUTA

    Excelente essa crítica, a melhor que já vi na internet.

    Destacando alguns pontos com um outro trecho de um post do Rodrigo:

    “…(…)…Penso que o grande diferencial de Mulher-Maravilha em relação aos filmes anteriores foi ter apresentado ao mundo uma heroína determinada, corajosa e intensa que luta pela verdade e pela justiça sem titubear em um só instante; não há cinismo em suas atitudes, não há espaço para
    indecisões ou questionamentos – como um super-herói deve ser.”

    O diferencial foi ser o que Superman deixou de ser. Infelizmente, a versão do Superman não acertou no tom, uma mistura de Novos 52 com um Superman apático, hesitante e sem confiança em si próprio é definitivamente (por mais que muitos neguem) como um super herói não deve ser.

    Seria interessante que nessa retomada do cinema de super heróis por parte da Warner fosse pelo filme da Mulher Maravilha e depois viriam os outros super heróis como Flash, Lanterna Verde, Caçador de Marte, Shazam e etc. Deveriam deixar o Batman e o Superman por último, só o sucesso desses outros personagens ditaria naturalmente como deveriam ser abordados Batman e Superman no cinema.

    O erro narrativo foi empurrar à força uma concepção de Batman e Superman baseada na desconstrução e mostrar agora uma Mulher Maravilha clássica, sem desconstrução alguma. Perceberemos sempre uma falta de homogeneidade nesse universo compartilhado, narrativas que podem até ser emaranhadas como nos quadrinhos, mas que dificilmente ativarão a nossa ingênua suspensão de descrença da mesma forma e nos levando a questionamentos “Por que?”.

    Por que esse universo compartilhado da DC tem essa cara de uma mistura heterogênea de terras paralelas e fases da DC Comics, com Batman e Superman totalmente “Frank Miller” e Novos 52 enquanto os outros personagens podem ser clássicos? Não tem lógica.

  • DCNAUTA

    Uma das causas do filme ser bom, foi ter deixado os Novos 52 de lado.

  • DCNAUTA

    Concordo.

  • Neo

    Mas tem coisa Boa nos Novos 52 com MM.

  • DCNAUTA

    Coincidência ou não, isso foi eliminado do filme.

    Como eu disse no post lá em cima da página, Batman e Superman vão destoar de todos os outros super heróis da Liga da Justiça por essa abordagem Frank Miller e Novos 52.

    Frank Miller nunca escreveu uma história da Liga da Justiça e os Novos 52 não existem mais, coisas como o romance entre o Superman e Wonder Woman foram simplesmente apagadas.

    Vai ficar estranho esse SupermanBatman (versões desconstruídas) junto com a Mulher Maravilha & seus amigos (versão otimista dos super heróis). É uma esquizofrenia narrativa, coisas não vão fazer sentido.

  • Kleber Oliveira

    Belo texto, meu amigo. Espero gostar bastante do filme também. MM é o ícone dos quadrinhos que menos li, recentemente mesmo só algumas indicações do Jipeiro e as lembranças de outras revistas que ele resenhou. Conheço mesmo dos quadrinhos da Liga, e parece que ela carrega o mesmo espírito que aparece diversas vezes. Que bom.

    Sobre o filme, o que você pode dizer sobre o visual? Aparentemente tem um ótimo figurino e fotografia mas peca muito no CGI (novamente). É isso mesmo.

  • Kleber Oliveira

    Hehe. Que bom. Também não sou fã dos Novos 52. Foi justamente aí que parei de acompanhar a DC.

  • Nightmarelike

    Deixar Batman e Superman por último não era uma opção, infelizmente.

  • Nightmarelike

    Essa ideia chamada “desconstrução” é uma criação pós-moderna.

    Os pós-modernistas são pseudointelectuais que utilizam a charlatanice e o relativismo conceitual para ganhar qualquer debate. No momento que x é possível e o seu oposto ~x também é possível tudo vale.

    Aplicando isso na fase dos Novos 52 podemos tecer vários paralelos.

    A filosofia dos Novos 52 tem as premissas

    a) Renovar super heróis, eliminar estética brega e cafona, eliminar o bom mocismo que soa caricato, fazer dos personagens preto e branco algo mais cinza e próximo do mundo real;

    b) Também é importante preservar VALORES. Os valores devem estar de alguma forma embutidos nas novas versões, por mais humanos e falíveis que sejam os personagens.

    Ora, a premissa b nega a premissa a e vice-versa!

    A premissa a tem como núcleo a falibilidade e o “cinzento”, são infalíveis os super heróis baseados no maniqueísmo bem-mal e isso não deve mudar nas histórias em quadrinhos.

    A “desconstrução” é um artifício pseudointelectual produzida por idiotas para o consumo de idiotas.

  • Nightmarelike

    Essa ideia chamada “desconstrução” é uma criação pós-moderna.

    Os pós-modernistas são pseudointelectuais que utilizam a charlatanice e o relativismo conceitual para ganhar qualquer debate. No momento que x é possível e o seu oposto ~x também é possível, tudo vale.

    Aplicando isso na fase dos Novos 52 podemos tecer vários paralelos.

    A filosofia dos Novos 52 tem as premissas:

    a) Renovar super heróis, eliminar estética brega e cafona, eliminar o bom mocismo que soa caricato, fazer dos personagens preto e branco algo mais cinza e próximo do mundo real;

    b) Também é importante preservar VALORES. Os valores devem estar de alguma forma embutidos nas novas versões, por mais humanos e falíveis que sejam os personagens.

    Ora, a premissa (b) nega a premissa (a) e vice-versa!

    A premissa (a) tem como núcleo a falibilidade e o “cinzento”, e a premissa (b) diz que são infalíveis os super heróis baseados no maniqueísmo bem-mal e isso não deve mudar nas histórias em quadrinhos.

    A “desconstrução” é um artifício pseudointelectual produzida por idiotas para o consumo de idiotas.

  • Cara, que filme gostosinho de assistir, que satisfação!

  • Rodrigo

    Valeu. Felizmente o filme carrega o espírito clássico dos super-heróis. Ela não tem indecisões, questionamentos, não senta no divã antes de combater o mal, simplesmente vai e combate, sempre destemida e determinada.

    O visual é bonito, competente. Nada acima da média, como muitos falavam pelos trailers, mas bom. O CGI é bem fraco em vários momentos (nada que atrapalhe a experiência, na minha opinião) e o terceiro ato lembra a confusão visual da luta contra Apocalypse.

  • Rodrigo

    Valeu. O filme é realmente divertido e um grande acerto desse novo universo. Agora é esperar que os próximos também sejam.

  • Green Meanie Is Back

    A cena das trincheiras foi sensacional!

  • Green Meanie Is Back

    Doido para conferir o que Taika vai fazer em Ragnarok.

  • Pelo visto não tivemos os temíveis cortes. Ainda bem, parece que dessa vez ela aprendeu.

  • Espero gostar bastante. A origem dela nunca foi algo complicado, mas se descomplicaram mais ainda, bem, excelente!

  • Referências a ela ter nascido por meio do barro? Aí sim! Hehehe

    A Gal é incrivelmente carismática mesmo. Podemos ver pelos trailers e entrevistas mundo a fora que a atriz deu. E, se pararmos para pensar, por mais que a Diana seja uma personagem corajosa, destemida e durnona, ela sempre foi muito carismática. Fico contente que tenham feito a escolha pela atriz certa. Você também foi desses que não gostaram da escolha de imediato?

    Cara, DE SÁBADO NÃO PASSA!!! kkkkk

  • Bem, Homem-Aranha e Thor também acho que não decepcionarão. A Marvel dificilmente erra, e não erraria com seu herói mais famoso e querido, assim como não faria, pela terceira vez, um filme ruim do Deus do Trovão. Sabe que eu gosto do Snyder, mas o que mais me preocupa em relação a esse filme são as coisas que foram acontecendo. O roteiro foi reescrito em várias partes durante as filmagens (isso não é rumor, o próprio Chris Terrio já disse), por causa da chegada do Geoff Johns e das críticas a BvS. Sem falar desse recente caso do suicídio da filha do Zack e a troca de diretores. Vamos ver no que vai dar.

  • Eu quero que o Whedon termine o trabalho do SNYDER, e não tente fazer o seu próprio em poucas cenas. Destoaria do resto do filme, talvez. Eu acho que também pensaria seriamente em me mudar pra Marte… kkkkkkkkkkk
    Não conseguiria ver a nossa querida Liga da Justiça massacrada pelas pessoas.

  • Vixe!
    Eu adoro MoS, então pelo visto adorarei MM. Eu também amo aquela porra de BvS, e provavelmente ele será o meu filme predileto do DCEU pro resto da eternidade… kkkkkkkkkkkk

  • Rodrigo

    Eu nunca me importei com escolha nenhuma de ator para filme de super-herói, pra ser sincero…rs Nem com mudança de etnia ou visual distinto. E até hoje não consigo entender como o pessoal se importa tanto com isso…rs Não fazia a menor ideia de quem era Gal Gadot, então só pude vê-la pela primeira vez em BvS mesmo, e apesar da participação pequena ela foi bem lá. Agora estrelando Mulher-Maravilha, seu verdadeiro teste de fogo, ela deu conta do recado.

  • Aragorn II, son of Arathorn

    AINDA BEM!
    Ainda assim… sabe o que eu reparei? Durante o primeiro ato, era como se os ”períodos quietos” das cenas tivessem sido cortados. Tipo… aquele tempo antes de uma piada, sabe? Até no trailer teve mais tempo para a Etta soltar o ”I like her”… tive até a impressão que era o CINEMA, mas acho que eles não poderiam fazer isso… kkkkkkk!
    No segundo ato já normalizou pra mim….

  • Rodrigo

    Roteiro reescrito nas filmagens não é bicho de sete cabeças. Isso é bem normal…rs Não é pra se preocupar tanto.

    E não acho que a entrada do Joss Whedon vá alterar substancialmente o que o Zack Snyder fez. Além de que Whedon conduzirá as refilmagens seguindo as orientações do Snyder. Penso que a única coisa que pode “matar” Liga da Justiça é repetir o erro de Batman Vs Superman, que é inserir MUITA trama paralela, MUITO gancho. Liga é um filme que não pode ser assim, precisa ser uma aventura simples sobre livrar a Terra de uma ameaça espacial. E pronto. E acho que será assim. Espero…rs

  • Aragorn II, son of Arathorn

    Olha, não é que descomplicaram, mas foi bem feitinha, nada muito complexo… tipo, algumas mudanças do original, mas fácil de entender, apesar de umas reviravoltas… rsrs. Deu pro público leigo pegar bem, e remeteu a algumas origens dela… rsrs.

  • Aragorn II, son of Arathorn

    Espero que sim, mano! Mas acho que ele será competente. Digo… ele não faria isso com o Snyder. Aliás… será que eles vão dividir os créditos de diretor?
    Nem eu, mano… nem eu.

  • Estephano

    Excelente crítica, Rodrigo.
    Bastante coisa na sua crítica me chamou a atenção positivamente: História de origem fechada, espírito de aventura tendo uma pegada do Superman do Donner e aparentemente com um clima bem próximos das HQs antigas, alias, parece ser prova viva que as HQs antigas funcionam, e bem ainda… Muito bom.

  • Rodrigo

    Ansioso demais pra isso.

  • Green Meanie Is Back

    Se bem que já poderiam liberar mais um trailer, kkkkkkkkkkkkkkk.

  • Aragorn II, son of Arathorn

    Sabe… eu tentei ser dosado – no fundo, pra mim, todos estão acima de 9.0… rsrs!
    O filme é fodástico, mano. FODÁSTICO!
    Sabe que eu já nem sei o que sinto quando falo desse filme? Kkkk…. eu sei que teve alguns erros, mas eu gosto de basicamente tudo… parece até macumba! Kkkkkkkk….
    Se vai ser meu predileto pra sempre, não sei, mas espero que não… quero muito um filme de Reino do Amanhã que seja ainda melhor! Mas tá foda… T-T
    KKKKKKKKKK!
    Espero que MM arrase nas bilheterias e faça a Warner cair na real.

  • Rodrigo

    É um filme bem matinê mesmo. De origem pra mim está abaixo de vários que considero melhores, mas é excelente.

  • Rodrigo

    Kkkkkkkkkkkkk Agora acho que devem fazer isso depois que passar um tempo da estreia do Homem-Aranha.

  • Rodrigo

    Valeu. Sim, é a prova viva de que HQs antigas funcionam, de que o cânone funciona, de quem um herói “bobão”, ingênuo e bonzinho ainda atrai o público, e de que graphic novel fora da cronologia não deve ser adaptada para o cinema…rs

  • Estephano

    Pois é. Espero que essas empresas que estão fazendo adaptações comecem a olhar mais para o passado e não tenham vergonha disso. Muito do cânone dos personagens vem de lá.

  • Rodrigo

    Valeu. Pois é, Mulher-Maravilha devia ter sido um dos primeiros desse universo, e vendo o filme fica ainda mais inacreditável terem feito um Esquadrão Suicida antes dela. Em vez de Batman vs Superman desconstruindo os dois maiores heróis da editora, poderíamos ter tido um filme do Flash, um do Shazam e um do Batman no lugar. Infelizmente agora Inês é morta. Vamos ver o que farão com os próximos personagens. Que a abordagem deles siga a ideia de Mulher-Maravilha, bebendo do cânone e não de variações cronológicas que desconstroem suas personas,

  • Robson

    Adorei a crítica, única que gostei até o momento. Parabéns.

  • Rodrigo

    Exato. É história em quadrinho, é simples. Precisam beber nas fontes que tornaram os personagens conhecidos.

  • Rodrigo

    Valeu. Os aspectos positivos do filme compensam as falhas.

  • Rorschach

    Verdade,não seria mesmo. Me lembro que na série usaram o mesmo ator que fez o Steve Trevor para fazer o Steve Trevor Jr kkkk
    Percebi que uma das roupas da Diana foi inspirada em um disfarce que a Lynda Carter usava na série de 77.
    https://uploads.disquscdn.com/images/213dff5bbf71cc06788f326c80744f59f00afd7e3bd82d891f105a2b1c6e22c3.png
    Não vejo a hora de ler uma lista sobre os easter eggs do filme. Pelo que vi num vídeo do Omelete,disseram que não tem muitos nível BVS(que até hoje estão encontrando),é mais os fãs da personagem que vão pescar todos eles

  • Rorschach

    Pelo o que parece,a entrada de Geoff Johns foi uma coisa boa. Ele esteve envolvido no roteiro de MM se não me engano.
    Então,espero que com Liga o filme não decepcione.

  • Rorschach

    Seria legal a referência….kk
    Pelo o que eu vi,o General perdeu o filho dele na guerra. Concordo com tudo em seu comentário,fiz até uma pesquisa sobre a Doutora Veneno original. Nunca foi uma personagem com profundidade,mas era interessante.
    O essencial é isso mesmo,e pelo que parece eles conseguiram mostrar nas telas uma excelente Mulher Maravilha e um ótimo Steve Trevor.
    Preciso assistir esse filme urgentemente kkk

  • Rorschach

    Num vídeo do omelete,disseram que por um breve momento ela meio que voou.

  • Rorschach

    Eu acho que ela voa,mas não precisou usar a habilidade contra o Apocalipse,por exemplo.

  • Rodrigo

    Valeu. Já viu o filme?

  • Robson

    Ainda não.

  • Kleber Oliveira

    Essa questão torna-se relevante quando aplicamos a exceção como regra. Quadrinhos como O Cavaleiro das Trevas e Filho Vermelho são interessantes porque fogem a regra. Nesse sentido funciona muito bem. Já trazer essas personalidades para o comum é um tanto quanto… Estranho.

    Mas, que seja, no fim será apenas mais uma fase do ciclo.

  • Eu também nunca fui de me importar, mas quando a Gal foi escolhida, fiquei com um pé atrás. Diferente do Affleck, que eu gostei da escolha instantaneamente . Hoje sou mais tranquilo quanto a isso.

    Off: Rodrigo, estou com o ingresso na mão. Sessão das 21h, hoje! Cara, espero gostar do filme!!!
    Quando voltar comentarei aqui no post, tudo bem?

  • Kleber Oliveira

    Que bom, heroísmo para os heróis.

    Hmmm. Bom, pelos trailers eu mesmo já estava empolgado com o visual. Talvez até alguma indicação na Academia. O terceiro eu já percebi que peca mesmo, vou tentar não me ater nisso.

    Infelizmente fiquei doente pra caralho, não pude conferir essa semana. E durante o fim de semana estarei beeem ocupado. Só semana que vem agora.

  • Rodrigo

    Resolveu faltar na aula? kkkkkkkkkkkk Bom filme, meu amigo. Sim, espero seus comentários.

  • Kleber Oliveira

    DCneco, não vai passar mal na sessão e chorar como uma garotinha.

  • Sério? Vish.
    Tem uma piada no primeiro Vingadores que eu adoro. “Eu tenho um exército”… “Nós temos o Hulk!”
    Sabe qual é? Então… No corte final ela ficou sem muito tempo entre as falas e não teve tanta graça. No trailer ela ficou bem melhor. Mas ainda assim, adoro ela.

  • Entendi, mano. Bem, o importante é que ficou bem feita!

    Off: Vou assistir saporra hoje. Ingresso pras 21h na mão, meo!!!

  • TOMARA que não seja, meu amigo. Tomara.

    Pois é, a missão de BvS era bem árdua, e infelizmente não agradou a muitos. O filme da Liga com certeza será menos cheio, Rodrigo. Com certeza.
    Geoff Johns deu uma entrevista um tempo atrás e disse que cortou parte de uma das cenas do filme. Segundo ele, teremos mais um momento de devaneio no longa (estilo o do Superman de roupa preta sob caveiras em MoS e de Injustice em BvS), e a cena teria originalmente 15 minutos. Ele cortou para 5. Estão preocupados com esse tipo de coisa.

  • Rodrigo

    Se rolar indicação em direção de arte, fotografia, ou algo do tipo, será um absurdo sem precedentes recentes, porque não tem absolutamente nada de diferente. Acho que trailer engana…rs Para o bem e para o mal. Logan, por exemplo, tem uma fotografia melhor que Mulher-Maravilha (e não acho que mereça indicação, tá longe de chegar nesse nível).

    Que pena, meu amigo. E na outra semana só poderá ir no final?

  • Acho que vão colocar o nome do Snyder como diretor, sem nenhuma divisão. Talvez coloquem uma co-direção para o Whedon, mas não sei. Tomara que, se o filme for um sucesso, deem os créditos pro Zack também.

    E, cara, deixa eu te falar… Tenho quase certeza que o Snyder não vai dirigir Liga 2. Vai sobrar pro Whedon ou quem sabe pra Patty (e ela não estiver ocupada dirigindo MM 2). Infelizmente, acho que será isso.

  • Rodrigo

    E é para se preocupar. Isso foi a coisa que menos agradou o público casual (aquele que se pergunta por que Batman e Homem-Aranha não estão no mesmo filme, e é o que sustenta essas franquias), que não entendeu nada de um monte de parte. Eu vi o filme com dois casais de amigos, e as mulheres não conheciam nada de HQ. No final da sessão tivemos que explicar o que era aquele sonho do Batman e como ele poderia se relacionar com filmes futuros.

  • Cara, não tente esconder o fanboy dentro de você! kkkkkkkkk
    Eu, por exemplo, dou 9 pra MoS e 9,5 pra BvS. Falo sem vergonha… kkkkkkkkk

    Reino do Amanhã está longe ainda. Eu torço pro filme da Liga pegar o lugar de BvS no meu coração! kkkkkkkkkk

    Também espero. Chega de derivados da Arlequina. Diana é muito mais importante que essa palhaça sem graça.

  • Vou tentar, Kleber, mas não prometo nada! kkkkkk

  • Rodrigo

    Pra estar na co-direção ele teria que produzir desde o início com o Snyder e com certeza seria algo a ser devidamente regularizado e documentado no sindicato de lá. O nome de Whedon provavelmente nem aparecerá nos créditos, igual os trabalhos que ele fez na reescrita de roteiro de Twister, X-Men, Velocidade Máxima e Waterworld, que não foram creditados.

  • Resolvi… kkkkkkkkkk
    É como se estivesse um Jipeiro diabinho de um lado e um Jipeiro anjinho do outro, me aconselhando. Não preciso nem falar quem me convenceu, não é? kkkkkkkkkkkk
    Obrigado, meu amigo!

  • Eu fui acompanhando de dois amigos meus na época, e tive que explicar isso para eles também.
    Como fã (principalmente de Injustice), eu adorei, mas é um grande problema do filme mesmo.

  • Kleber Oliveira

    Eita, vou baixar um pouquinho mais minhas expectativas então. O trailer deve ter me enganado bem, pois achava que tinha até mais beleza escondida além do que foi mostrado. Bom, vamos ver.

    Agora nem sei mais, tinha me organizado para esses dois dois, quinta ou sexta, na próxima semana eu nem tenho ideia se terei tempo. Mas qualquer oportunidade que aparecer eu corro e vejo. Estou bem ansioso pelo filme.

  • Sério? Não conheço nada dessas coisas.
    Então provavelmente ele nem aparecerá nos créditos. Ou apareça, brevemente, mas não nos créditos iniciais (aqueles bonitos, tipos os do final de cada filme da Marvel, ou nas aberturas que o Snyder gosta de fazer).

  • Rodrigo

    É bonito, mas nada fora do eixo. Se puder ver sem 3D veja, porque como sempre o 3D só serve pra fazer a gente gastar mais…rs

  • Kleber Oliveira

    Vou até voltar aqui para checar suas lágrimas.

  • Rodrigo

    O Whedon fez carreira no começo em Hollywood justamente como uma espécie de “consertador”. Era contratado pra revisar roteiros, acertá-los e reescrever o que era necessário..Sempre sem ser creditado. A gente acaba sabendo dos filmes em que ele fez isso só bem depois do lançamento…rs Antigamente era mais comum isso também na direção. Lembra que te falei que o Howard Hawks codirigiu Superman (no caso boa parte do filme, e não apenas algumas cenas adicionais de refilmagens) com o Richard Donner e não foi creditado? Mas hoje em dia, ainda mais com filme de super-herói, a gente acaba sabendo todo o passo a passo desses filmes…rs

  • Kleber Oliveira

    Sério? Hahaha. Por aqui é a única opção mesmo. Se nem no Cinemark eu vejo alguns em 3D, espero um tempo para ir para outras salas, imagina aqui no interior, deve ser uma tortura. Hahaha

  • Rodrigo

    Aqui é a única opção também, infelizmente…rs Pra ver filme no lançamento só 3D. Acho que Logan foi o único grande lançamento dos últimos anos que pude ver em 2D, porque felizmente não teve versão 3D.

  • Rodrigo

    Não, só dá uns saltos muito longos.

  • Que loucura! kkkkkkk
    Bem, então ele sabe o que está fazendo. Tomara que dê tudo certo!

    Sim, eu lembro. Se o Hawks codirigiu e auxiliou o Donner durante TODO o filme, não é dirigir algumas cenas que farão o Whedon ser creditado. Hoje em dia tudo é diferente mesmo, Rodrigo. Saber muito das coisas é prejudicial às vezes. Pensa se O Império Contra-Ataca tivesse sido lançado nos dias de hoje? Certeza que alguém da produção vazaria que o Vader é o pai do Luke, ou algum idiota sairia espalhando isso pela internet depois da pré-estréia (como vários fizeram com a morte do Han Solo no episódio VII).

  • Kleber Oliveira

    Hehehe, que bosta. Foi uma ótima sensação se dirigir a sala do cinema sem um óculos na mão, haha. Questão de 3D mesmo eu só fiz em Guardiões, que inclusive valeu muitíssimo a pena. Só foi uma pena eu não ter visto o rosto do Ego no planeta. Meu colega maldito que queria beber no copo exclusivo do filme, e por isso não tinha tampa, derramou metade do refri no meu colo. Foi foda.

  • Rodrigo

    Putz. Aí é dose…rs O 3D de Guardiões realmente valeu, e o visual do filme é fantástico. O rosto do Ego me decepcionou um pouco. Só depois que a cena sumiu que eu fui notar lembrando da fisionomia. É tipo aquelas imagens que você só percebe a figura depois que fica um tempo olhando pra elas…rs

  • Kleber Oliveira

    Bom, ao menos apareceu. Como a gente conversou antes do filme, seria loucura o Gunn trazer esse personagem e a forma de planeta não aparecer. Não sei se verei novamente no cinema, só se encontrar uma boa sala mesmo. Sobre o visual, Ego tem um dos mais belos dos filmes de heróis. Confesso que soltei alguns “UAUs” durante o filme.

  • Rodrigo

    Pois é. Ele ao menos teve coragem de colocar…rs E surtou ainda mais em outras partes do filme, como na viagem dimensional. O visual do planeta é realmente impressionante, muito bem feito. Na expectativa pelos planetas e ambientes diferentes que veremos em Ragnarok e Guerra Infinita.

  • Kleber Oliveira

    Cara, a viagem dimensional e aquela cena do Rocket brincando com os Saqueadores na floresta é de uma bizarrice sem tamanho. Coisa que você só vê em desenhos, cartoons… Foda.

    Eu estou ansioso pelo trailer de Thor, provavelmente já disponibilizarão na D23. Estou na dúvida se ele vai viajar por tantos planetas. De cara já posso dizer que o reino dos mortos está muito legal.

  • Angel

    Excelente critica amigo. O que dizer deste espetacular filme? Eu assisti hoje, e simplesmente me apaixonei. Vale ressaltar que a sala do cinema, estava cheio de mulheres mais do que homens visivelmente, e estranho pois esperava que os homens estivessem dando força. Pelo visto as mulheres que se empolgaram muito mais.
    A cena da trincheira, de Diana indo para batalha como front line, nossa aquilo me impressionou de diversas maneiras, a mulher parecia uma bala, imparável .

  • @alordesh:disqus, me desculpe o palavrão, mas… QUE FILME FODA! DO CARALHO ESSA PORRA!!!

    Me emocionei no início e no final.
    Cara, eu juro que meus olhos não pararam de lacrimejar durante o primeiro ato. Ver as amazonas e Themyscira ganhando vida em live-action mexeu muito comigo. Eu ficava, tipo: “Isso é mesmo real. Cara, eu tô vendo Themyscira!”

    Meu amigo, que filme lindo. Vontade de beijar a Gal e a Patty até não poder mais, e agradecer.

  • Rodrigo

    Que bom que você gostou, meu amigo. “Me emocionei”: acho que essa é a principal característica do filme. É simples, honesto, e a jornada da heroína inspira e emociona.

  • Rodrigo

    Aquele que saiu foi teaser, né? Hoje em dia nem sei mais…rs Ansioso também para mais um trailer. Vi Boy recentemente, e o Taika é realmente sensacional (além do filme, de 2010, ter sido uma espécie de premonição dele, porque o seu roteiro é cheio de referências ao Hulk…rs). Não sei se teremos tantos planetas, mas acho que aqueles que aparecerem serão mostrados mais a fundo que o normal.

  • RODRIGO, ME ABRAÇA, CARA!

    O Steve se sacrificando no final e ela enlouquecendo… Puta vida, foi emocionante demais.

    E eu adorei o visual do Ares (e o plot-twist também). Você gostou?

  • Rodrigo

    O visual achei legal, já o plot-twist meio óbvio e forçado, mas nada que atrapalhasse muito. O discurso de Ares antes de se transformar e o jogo de câmera com ele atrás da janela foi bem pensado, já a batalha acho que podia ter sido melhor. A morte de Trevor foi sensacional, o roteiro conseguiu levá-lo para uma situação sem saída, onde ele só podia escolher aquele caminho mesmo. Coroou a grande atuação do Pine

  • Sério? Eu não achei o plot óbvio nem forçado… kkkkk
    Eu juro que NUNCA imaginei um negócio daqueles.

    E, cara, o roteiro fez TODO MUNDO amar o Trevor. Quando o avião explodiu, certeza que todos na sala do cinema sentiram. Me escorreu uma lágrima. É uma pena que não teremos o Pine mais.

    E a Antíope? Melhor amazona do filme. Robin Wright destruiu! Não pensei que matariam ela também.

  • Rodrigo

    A troca de roupa rápida é uma das muitas conveniências necessárias de roteiro…rs

  • DCNAUTA

    Essa foi boa, comentário brilhante “não senta no divã antes de combater o mal…” kkk

    É desse modo que eu vejo também, como os aprimoramentos da Warner nesse filme da Mulher Maravilha foi colocado em xeque tudo que foi feito antes, com super heróis que tinham vergonha e hesitavam em ser o que eram.

    São traços ausentes da biografia dos personagens, foram inventados especialmente para o cinema, violando a coerência das histórias emaranhadas e equilíbrio entre as diversas personalidades, tornando, por exemplo, Batman e Superman, dois personagens mais iguais no cinema do que são nas histórias em quadrinhos.

  • Kleber Oliveira

    Hehe, sim. Apenas um teaser. Mas ainda é melhor do que aconteceu com Homem-Formiga, que lançou um vídeo de 5 segundos anunciando um teaser de 1:00 que sairia antes do trailer… Aquilo foi bizarro. Na verdade os vídeos do Homem-Formiga foram bizarros.

    https://www.youtube.com/watch?v=UpPx7E27Bc8

  • Rodrigo

    Nunca tinha visto esse vídeo aí…rs Acho que só comecei a ver trailer de praticamente todo filme que vejo no cinema a partir de 2016. Vi Cavaleiro das Trevas, Vingadores, Soldado Invernal e Homem-Formiga todos sem ter visto trailers.

  • Rodrigo

    Pois é. Não faz sentido inserir esse tipo de questionamento em heróis que nunca tiveram isso como características preponderantes. É aquela velha história de querer pegar a exceção, a abordagem de graphic novels fora da linha regular, e transformar em regra. E o sucesso que Mulher-Maravilha está fazendo joga por terra também aquela conversinha de que o Superman do Bryan Singer não agradou porque um Superman ao estilo Christopher Reeves não funciona mais. Funciona. É só fazer bem feito. Capitão América e Mulher-Maravilha estão aí para provar que heróis “bobões”, ingênuos, bonzinhos, que não entendem referências nem costumes sociais distintos dos seus, ainda são capazes de atrair público.

  • Kleber Oliveira

    Esse vídeo é ridículo. No bom ou no mal sentido.

    Acho que comecei a ver trailers e tudo mais a partir de Homem de Ferro 2. Saber tudo sobre o (ainda incerto) universo me instigou bastante. Até então era só no cinema. Ou nos inícios de VHS, haha.

  • N1N6U3M

    É como se alguém na Warner tivesse a “brilhante ideia” de copiar a humanidade do Homem Aranha em todos os medalhões da Warner, uma premissa contraproducente do tipo “vamos humanizar esses super heróis”, daí devemos colocar angústias e preocupações humanas enquanto eles estão usando seus uniformes de ação. Uma premissa equivocada totalmente.

    Em primeiro lugar foram Batman e principalmente Superman que serviram de modelo para os outros super heróis como o Homem Aranha. E se eles serviram de modelo sendo tão “perfeitos” e decididos, completamente devotados a causa heroica, seria um erro grosseiro “desconstruir” tudo isso.

    Só para constar a “desconstrução” foi um termo inventado pelo pós-modernista Jacques Derrida, foi usada posteriormente para relativizar questões típicas das ciências humanas quando confrontadas com argumentos contrários e científicos concebidos pela ciência natural. Todo o uso dessa palavra nos círculos acadêmicos e culturais está atrelado ao pseudointelectualismo e impostura intelectual de todos os tipos.

  • Nightmarelike

    Exato. A rigor as novas histórias do Capitão América da Hydra não são “desconstrução”, a não ser como referência ilustrativa e coloquial, numa cooptação do termo pseudointelectual para a cultura pop.

    A desconstrução, segundo seu “inventor” Jacques Derrida prega a tese de que ela é necessária e inescapável, tendo um papel importante no processo de criatividade humano, onde basicamente todo conhecimento é mediado pelo ser humano através de convenções sociais e culturais. Só que isso não deve acontecer com o Capitão América da Hydra e seu status anterior deve ser restabelecido, tal como ocorreu com o fim dos N52 e o lançamento do Rebirth.

    Uma desconstrução em sentido pseudointelectual diria que o Capitão América da Hydra deveria permanecer atuante nas histórias em quadrinhos por pelo menos um tempo comparável ao Capitão América clássico, criando esse desprezo pelo clássico e até mesmo esvaziando o significado da palavra “clássico”.

  • Kleber Oliveira

    Você pode notar que todas as outras pessoas envolvidas no projeto parabenizaram a diretora e os atores pelo sucesso do filme mesmo tendo importante participação. A pessoa mais próxima a usar a palavra “orgulhoso” foi o Geoff Johns, e a usou para elogiar a Patty Jenkins. Aliás, nem a própria diretora definiu o filme dessa forma.

    Eu tenho uma grande antipatia pelo Zack Snyder, em todas as entrevistas ele demonstra um certo tom de arrogância, por isso justamente ele ter usado essa palavra me causou essa impressão.

  • Rodrigo

    Valeu, meu amigo.