Resenha | DC Renascimento: Hellblazer

“John Contantine voltou para Londres e se livrou da maldição que o impedia de ficar na cidade. Mas agora ele precisa pagar o favor que deve ao Monstro do Pântano…”

A história se inicia anos atrás em Nova York. Constantine está para perder as pregas vida em uma luta infrutífera contra um demônio whatever quando, usando sua sagacidade, consegue plantar a dúvida na mente do capeta e sair ileso da contenda. Anos mais tarde ele volta a Londres mesmo arriscando desencadear uma maldição na cidade. Com a ajuda de Chas, seu fiel e azarado escudeiro, ele traça um plano para acabar com a tal maldição, que condenaria ou sua alma ou todas as almas da cidade.

No presente Constantine chama a atenção da Liga da Justiça que envia Mulher Maravilha e Shazam para investigar o caso. Porém, antes de interferirem, Monstro do Pântano intervém junto aos dois heróis e pede que deixem Constantine resolver por conta própria, o que é atendido ainda que a contra gosto. A revista erra na hora de chocar o mundo de Constantine com o mundo dos super-poderosos da DC, a cena é totalmente desnecessária e parece ser forçada e não orgânica como deveria ser.

A principal diferença desse novo título para o clássico é a faixa etária, o que antes era para maiores de 18 anos agora é para maiores de 15 anos, ou seja, palavrões são censurados, sem cenas explicitas ou muito violentas, sem paradas pesadas, etc.

Os desenhos de Moritat não são chamativos, são medianos apenas. Não se destacam de nenhuma forma mas tenho que talvez o roteiro morno tenha deixado os desenhos passáveis. Para os leitores veteranos a revista é muito fraca, mas para quem nunca leu nada do personagem ela pode ser bem interessante. Hellblazer: Renascimento ainda está em andamento, estando em sua 14 edição nos EUA.

 

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