Resenha | It: A Coisa

Uma das mais famosas histórias de horror de Stephen King, It: A Coisa narra a incrível jornada de sete amigos em uma luta desleal que atravessa as décadas, da infância à vida adulta, contra uma criatura sobrenatural e maligna que explora os medos de suas vítimas para se alimentar de carne humana – especialmente de crianças. No verão de 1958, durante as férias escolares, esse grupo de crianças inseparáveis tem o seu primeiro encontro com a Coisa, um ser de muitos nomes e muitas formas, que oito meses antes iniciara uma série de brutais assassinatos na pequena e fictícia cidade de Derry, no Maine, extremo nordeste dos EUA. Em 1985, quase trinta anos depois, os amigos voltam a se unir para enfrentar a Coisa e tentar derrotá-la definitivamente.

Foram as crianças que viram – e sentiram –, a criatura à espreita, nas águas pluviais dos esgotos, nas casas abandonadas, nos porões, na solidão dos lagos afastados do centro da cidade, nas ruínas da Siderúrgica Kitchener… em todos os recônditos mais sombrios de Derry. Para os adultos, um psicopata rondava a cidade, que estranhamente sempre se via às voltas com assassinatos nunca solucionados a cada geração, histórias e medos que sempre se perdiam no inconsciente coletivo – eles não sabiam de nada. Mas as crianças sabiam da existência daquilo que fazia Derry horrivelmente diferente de qualquer outro lugar. Elas sabiam da criatura que assumia a forma de cada pesadelo, medo, pavor e fobia presentes nas profundezas inescrutáveis das consciências, e que alcançava, rasgava, matava e comia os pedaços de suas vítimas. E sabiam que deviam detê-la.

Pennywise

O nome dele era Robert Gray, mais conhecido como Bob Gray,
mais conhecido como Pennywise, o Palhaço Dançarino.
Embora esse também não fosse o nome dele
.”

A “Coisa” é uma entidade misteriosa e maligna que aterroriza Derry em ciclos que se repetem a cada 25 e 30 anos. Derry é o seu abatedouro, as pessoas de Derry são as suas ovelhas. Auto-denominada “O Devorador de Mundos e de crianças“, está intimamente conectada à cidade, de um modo que não é possível explicar sem revelar demais sobre a sua história. A Coisa comumente se revela aos outros como Pennywise, o Parcimonioso, o Palhaço Dançarino, sua forma favorita e seu principal disfarce, sempre carregando balões (“E um balão? Tenho vermelho e verde e amarelo e azul…“) e caçando crianças. Descrito por Stephen King como um cruzamento entre Bozo e Clarabell, dois famosos palhaços das TVs norte-americanas, e parecido com Ronald McDonald, o seu rosto “era branco, havia tufos engraçados de cabelo vermelho de cada lado da cabeça careca e havia um grande sorriso de palhaço pintado sobre a boca. (..) [usava] uma roupa de seda larga com grandes botões laranja. Uma gravata berrante, azul-elétrica, caía pela frente do peito, e havia grandes luvas brancas em suas mãos, do tipo que Mickey Mouse e o Pato Donald sempre usavam.

Entre as suas inúmeras habilidades estão a capacidade de se transformar ilusoriamente em qualquer espécie de medo que exista na mente de sua vítima (um lobisomem, uma múmia, um pássaro gigante, um homem leproso, a forma de todas as pessoas que matou… a Coisa pode parecer ser o que quiser), ler mentes e se comunicar telepaticamente, controlar mentes e apagar memórias; teletransporte, regeneração, invisibilidade e ainda a capacidade de manipular objetos inanimados e afetar o clima. A Coisa já se alimentou de muitos adultos ao longo dos anos, mas tem um gosto particular por crianças – para a criatura, as glândulas invadidas pelas reações químicas provocadas pelo medo deixam a carne infantil muito mais saborosa e suculenta. E os medos infantis são mais simples e poderosos, invocados com um único rosto, atraídos por uma simples isca, um esquisito palhaço qualquer.

No outono de 1957 chovia sem parar havia uma semana e o pequeno George Denbrough, seis anos de idade, saiu para brincar na chuva com um barco de papel parafinado feito pelo seu irmão Bill. Seu corpo foi encontrado pouco tempo depois por Dave Gardener em um bueiro da rua Witcham. O despertar da Coisa deixou terríveis marcas de sangue em Derry, mas seu novo ciclo de assassinatos acabou durando um período menor do que o habitual. Tudo por causa da intromissão de sete “perdedores“.

O Clube dos Perdedores

Ele não sabia se eles ainda eram perdedores ou não,
mas sabia que estavam juntos. Eram amigos. Muito amigos
.”

Em 1958, sete crianças se tornaram amigos inseparáveis. Sozinhos eles são débeis e frágeis, mas juntos são poderosos e inquebrantáveis, são o “Clube dos Perdedores“. Cada um deles é vítima de alguma coisa: preconceito racial, social, xenofobia, bullyng de todos os tipos, abusos e indiferenças familiares. A miserabilidade de suas existências encontra seu primeiro abrigo na amizade em grupo que nasce por conta da perseguição violenta empreendida pelo sádico e psicopata valentão do colégio Henry Bowers, acompanhado de sua gangue formada por Victor “Vic” Criss, Reginald “Arroto” Huggins e Patrick Hockstetter. Enquanto descobrem e aprofundam a amizade, os sete se verão obrigados a confrontar um mal que eles não podem compreender totalmente, mas contra o qual devem lutar com todas as suas forças.

O líder do grupo é William “Bill” Denbrough, ou “Bill Gago“, apelido recebido por conta de uma insistente gagueira de origem psicossomática que o acompanha desde os três anos de idade e que o faz ser perseguido por Henry e sua gangue. Irmão mais velho de Georgie, o garotinho que foi assassinado por Pennywise no outono de 1957, Bill se sente culpado pela sua morte por tê-lo deixado ir brincar naquele dia e deseja vingá-la a todo custo. Seus pais tornaram-se distantes após a morte de Georgie e quase não se importam com ele. Sempre em sua enorme bicicleta Silver (Hi-yo Silver, VAMOOOS!), Bill é engenhoso e determinado, um líder nato, o cara das ideias, aquele que pensa nas coisas, a quem todos admiram e que transmite para os outros seis “uma sensação reconfortantemente adulta, (…) um sentimento de que assumiria a responsabilidade se fosse preciso.” Na vida adulta se transforma em um escritor de enorme sucesso e se casa com Audra Phillips, uma estrela de cinema de Hollywood que possui uma incrível semelhança com Beverly.

Richard “Richie” Tozier, ou “Boca de Lixo“, é o mais engraçado e hiperativo dos perdedores. Suas piadas, vozes e imitações (seu repertório é variado e a sua criatividade é infinita: o Comandante Alemão, Toodles, o Mordomo Inglês, o Senador do Sul, Narrador de Cinejornal, a Vovó Grunt…) divertem seus amigos, mas também o coloca em problemas, especialmente com Henry e seus comparsas. Richie tem uma visão ruim, usa óculos, e luta para manter a unidade do Clube dos Perdedores. Na vida adulta ele se transforma em um DJ de sucesso em Los Angeles, fazendo de suas vozes e imitações uma de suas principais atrações.

Benjamin “Ben” Hanscom, ou “Monte de Feno“, apelido dado por Richie, é o mais inteligente do grupo dos perdedores. Uma criança obesa, que passa a maior parte do seu tempo livre devorando livros na biblioteca pública, Ben é um dos alvos preferenciais de Henry e seus parceiros. Apaixonado por Beverly, para quem escreve poemas secretos, suas habilidades de construtor são extremamente úteis para o grupo. Foi de Bill a ideia de construir uma represa no Barrens, mas foi Ben quem mostrou aos garotos como ela podia ser construída com tábuas, pedra e areia. E construíram, em um daqueles dias perfeitos de verão dos quais nenhum deles jamais se esqueceria e que estreitou para sempre os laços entre Bill, Ben, Richie, Stan e Eddie. Na vida adulta o seu excesso de peso desaparece e Ben se torna um arquiteto de renome internacional.

Beverly “Bev” Mash é a única garota do Clube dos Perdedores. Uma bela ruiva por quem todos os outros garotos do grupo nutrem algum tipo de sentimento romântico ou sexual em algum momento da história. Apaixonada por Bill, Bev vive na parte mais pobre de Derry, nos prédios da rua Lower Main, sofre preconceito das colegas ricas do colégio, especialmente Sally Mueller e Greta Bowie, e é espancada regularmente pelo pai enquanto a mãe trabalha por longos turnos no restaurante Green´s Farm. Bev é forte, sem papas na língua e dotada de um ótimo senso de humor. Na vida adulta acaba se transformando em uma bem-sucedida designer de moda em Chicago, mas continua a sofrer com relacionamentos abusivos.

Edward “Eddie” Kaspbrak é um menino asmático, sempre com a sua bombinha ao alcance das mãos, pequeno e fisicamente frágil. Eddie nutre uma admiração profunda por Bill, sofre perseguição de Henry e é constantemente chamado de bicha e debochado pelas crianças do colégio. Seu pai morreu quando ele era muito pequeno e sua mãe preocupada e extremamente dominadora tenta afastá-lo dos seus amigos, usando a preocupação com a sua saúde como uma forma de manipulá-lo a estar sempre do seu lado. Na vida adulta dirige um bem-sucedido negócio de limusines em Nova York, é hipocondríaco e termina casando-se com uma mulher semelhante – em aparência e personalidade – à sua própria mãe.

Stanley “Stan” Uris, ou “Stan, o Cara“, é o membro judeu, cético e escoteiro do grupo. Uma criatura de hábitos e convenções, Stan é sistemático e meticuloso, e se recusa a aceitar que a Coisa realmente existe, preferindo confiar na lógica mais do que em qualquer outra coisa. Seu principal hobbie é a observação de pássaros, e ele sempre anda por aí com seu caderno de pássaros e um binóculo Zeiss-Ikon. É perseguido por Henry por ser judeu. Na vida adulta ele se casa com Patricia Uris e vira sócio de uma grande empresa de contabilidade em Atlanta.

Michael “Mike” Hanlon foi o último a se juntar ao Clube dos Perdedores. Possivelmente a única criança negra em Derry e vivendo em uma fazenda afastada, Mike não estudava na Derry Elementary, como os outros, mas sim em uma escola batista na rua Neibolt. Assim como Bill, Stan, Eddie, Ben, Bev e Richie, é perseguido por Henry Bowers, cujo pai, Oscar “Butch” Bowers, odeia a família Hanlon, a quem culpa por todos os seus problemas por serem negros. O pai de Mike mantém um álbum de fotografias de momentos importantes da história de Derry que auxiliam a revelar detalhes da trajetória de Pennywise no percurso dos séculos.

Na vida adulta é o único dos perdedores a ficar para trás e permanecer em Derry, tornando-se bibliotecário da cidade e o único a reter em sua memória os acontecimentos de 1958. Cada um dos outros seis seguiu suas vidas sem incluir uns aos outros e obteve sucesso profissional em suas respectivas áreas. O horror provocado pela Coisa estava profundamente enterrado nas profundezas do esquecimento em suas mentes. Quando uma nova onda de assassinatos teve início em 1986, Mike começou a investigar e reuniu provas do retorno da Coisa. Em uma noite, seis ligações foram feitas. Bill, Ben, Bev, Richie, Eddie e Stan foram recordados do juramento que fizeram quase trinta anos antes e tiveram que retornar a Derry, onde tudo começou, para ao lado de Mike lembrarem do que aconteceu no passado e derrotarem a Coisa de uma vez por todas.

Uma Obra-Prima do Medo

Crianças, a ficção é a verdade dentro da mentira,
e a verdade desta ficção é bem simples: a magia existe
.”
S. K

Escrito durante um período de quatro anos, entre 9 de setembro de 1981 e 28 de dezembro de 1985, It: A Coisa é um dos maiores sucessos de Stephen King. Vencedor do British Fantasy Award de 1987 e nomeado para o Locus Awards e o World Fantasy Awards no mesmo ano, foi o livro mais vendido nos EUA em 1986. O subtítulo que o terrível (no mau sentido) telefilme de It: A Coisa produzido em 1990 recebeu no mercado de home video brasileiro não poderia ser mais apropriado para definir o livro: uma obra-prima do medo.

Na maior parte do tempo, a história de It: A Coisa é contada em terceira pessoa através de um narrador onisciente, e em determinados momentos um narrador personagem assume a história – Mike é quem normalmente assume tal papel. A imersão psicológica estabelecida por Stephen King é total. As mais de mil páginas do volumoso romance entregam aquela que talvez seja a mais madura obra literária do “Mestre do Terror“. Em nenhum outro livro ele escreveu com tanta qualidade ou elaborou tão bem uma intrincada teia descritiva de sua história – fortemente influenciada pelos contos de H.P. Lovecraft. A narrativa é alternada e entrelaçada entre duas linhas temporais separadas por 27 anos de distância – e há uma explicação muito interessante para o motivo de as memórias dos fatos ocorridos no verão em que enfrentaram a Coisa surgirem fragmentadas na vida adulta – com uma prevalência maior para os fatos ocorridos na infância dos personagens, narrados ora em in loco, ora em flashbacks. Essa viagem ao – e no – passado é de fundamental importância para compreender a Coisa, a sua relação com cada um dos personagens e o relacionamento surgido entre os sete amigos.

Naquele verão de 1958, a Coisa assumiu diferentes formas para amedrontar cada um dos integrantes do Clube dos Perdedores. Seus medos mais irracionais materializaram-se: vieram à tona em cenas desesperadoras que estão entre as melhores e mais impactantes de todo o livro. O mergulho que o autor faz na mente e na personalidade de cada um deles é fundamental para essa imersão completa em seus medos. Tornamo-nos íntimos desses personagens porque as suas características únicas, seus traumas, medos, inseguranças, sonhos e expectativas, são completamente desnudados pela narrativa. O leitor adentra nas cabeças de Bill, Ben, Richie, Bev, Eddie, Mike e Stan e angustia-se com o suspense apavorante que vai sendo criado enquanto a Coisa parece estar sempre a um passo de conseguir devorá-los e não há nada que eles possam fazer para evitar isso a não ser fugir e torcer – torcer muito.

O clímax da história é feito simultaneamente entre as duas linhas temporais. De algum modo, Bill, Ben, Richie, Bev, Eddie, Mike e Stan enfrentaram a Coisa quando não tinham mais que onze anos de idade e conseguiram detê-la. Durante aquelas eternas férias escolares, as sete crianças vivenciaram a amizade, o amor e a confiança em plenitude. Mas também o medo. Quase trinta anos depois, elas precisam unir forças, cumprir uma promessa da qual nem se recordam direito, enfrentar o irracional e tentar extirpar definitivamente o mal encarnado das estranhas de Derry.

Enquanto a narrativa no tempo presente da vida adulta vai sendo delineada, Stephen King remete o leitor ao passado em cada pequeno detalhe dos despedaçados flashbacks que surgem à medida em que os seis “perdedores” retornam a Derry para encontrar Mike. Há sempre um aspecto a ser explorado, um pedaço perdido de memória a lançar luz sobre algum evento do passado, a fazer o leitor compreender o destino que os sete amigos seguiram depois daqueles eventos traumáticos de suas infâncias e também a ampliar o alcance mitológico e aterrador da Coisa, que tem sua história apresentada, suas motivações expostas, seu modus operandi detalhado, além de descrições de inúmeros ciclos de terror em períodos do passado, o que só aumenta a aura de medo e horror irrefreável que exala do personagem.

Um dos maiores méritos que Stephen King alcança em It: A Coisa é conseguir manter aceso o interesse do leitor pela história por todas as mais de mil páginas, através de uma leitura extremamente prazerosa e fluída, em um texto competente e detalhista. A narrativa entrelaçada é fundamental para atingir esse resultado, trabalhando a complexidade e as visões de mundo de seus sete protagonistas com talento e movendo-se de um para o outro com absoluta organicidade – nós vemos os sete amigos crescerem: em muitos momentos da história nós somos capazes de especular com um alto grau de certeza a atitude que cada um deles irá tomar, porque os conhecemos tão intimamente quanto conhecemos um amigo.

Uma novela de horror psicológico, um thriller de suspense, uma história sobre traumas da infância, sobre medos irracionais, mas, fundamentalmente, uma história sobre o poder da amizade, It: A Coisa permanecerá na mente do seu leitor por muito tempo, como uma história de terror muito bem contada em uma noite silenciosa e terrivelmente escura permanece, encantando e assombrando, como um balão… flutuando.

Vá embora e tente continuar a sorrir. Ouça um pouco de rock-and-roll no rádio e vá em direção a toda vida que existe com toda coragem que você consegue reunir e toda a crença que tem. Seja verdadeiro, seja corajoso, enfrente.”

Autor: Rodrigo Oliveira

It: a coisa (It) – EUA, 1986.
Autor: Stephen King. Tradução: Regiane Winarski. Publicação no Brasil: Suma de Letras (Editora Objetiva). Formato: 16×23, 1104 páginas. Catalogação: Ficção americana.

  • Homem-Coisa

    Excelente Post cara. Eu nunca li essa Obra, mais gostei do trailer do filme e vou procurar ler.

    Estou animado com o filme, espero que seja um grande filme bem assustador.

  • Kaecilius, O Fanático

    Rodrigo, sem exageros, esse foi seu melhor post DE TODOS!
    IT é um livro fenomenal. King consegue fazer com que o leitor mais desatento se interesse na história, se importe com os personagens, sinta os seus medos e faça com que eles se tornem personagens queridos para nós. De personagens que aparecem por pouquíssimo tempo, Georgie, até o os que estão no livro quase todo (o clube dos perdedores). Dos personagens, o meu favorito é o Eddie. Foi o que eu me relacionei mais fácil sem dúvida alguma. Estou muito curioso para ver como ele será no novo filme.
    A Coisa é um vilão incrível. Cada página que King cita o seu nome,já ficamos com medo de sua presença.
    Meu posicionamento sobre o telefilme é complicado. Não acho ele terrível, mas está MUITO, MUITO longe de ser uma obra prima do medo. O Pennywise do Tim Curry é fantástico! E tbm adoro aquela musiquinha que eu mostrei na notícia do trailer kkkkkkkkkkkkkkkkkk.
    Minha única ressalva ao livro é aquela cena que a gente discutiu anteriormente, tenho certeza que ela não estará no filme.
    Decidi finamente que irei reler o livro para me preparar para o filmaço que espero que seja o filme desse ano!
    No final It é um filme que após você ler, você vai pensar que está vendo balões por todo lado nas ruas.
    De novo, POST INCRÍVEL!
    Ps: Não estou preparado psicologicamente para ver o Eddie morrer. Não estou e NUNCA ESTAREI!

  • Rodrigo

    Valeu, meu amigo! Difícil determinar um personagem predileto, o modo como King trabalha todos eles é incrível, mas eu gosto muito do Ben e do Mike. Mas é incrível como conseguimos nos relacionar com todos eles. Méritos para o King.

    O telefilme é terrível. Só o Tim Curry é que se salva, entregando um Pennywise perfeito, todas as suas cenas são incríveis e a trilha sonora, que venceu um Emmy. Mas o resto é terrível: roteiro, direção, efeitos, atuações.

    Como deve ter visto no outro post, passei o eBook pro Jipeiro, ele começou a ler e está viciado, já é um novo membro do Clube dos Perdedores…kkkkkkkkkkkkkk Mais tarde ele aparece.

    Também vou reler o livro antes do filme para entrar no clima…rs

  • Rodrigo

    Valeu! It vale muito a pena, melhor livro do Stephen King. Apesar de enorme, a leitura é fluída e prazerosa. Se conseguirem adaptar com qualidade (e estou muito confiante porque Cary Fukunaga, que escreveu Beasts of No Nation e dirigiu True Detective, é um dos roteiristas), a imersão no terror será total.

  • Junior Silva

    Caraca, o livro tem mais de mil páginas, e eu achando que game of thrones e suas quase 900 páginas era grande.

    Com cary fukunaga no roteiro, há esperança que saia um bom filme. Excelente texto, Rodrigo!

  • nemo

    Pelo menos não chamou aquele filme de classico. Pois segundo um cara, “todo filme antigo é um classico”, ou “filme antigo é sinônimo de filme classico”, haha.

  • Rodrigo

    Valeu. King é muito verborrágico, A Dança da Morte também tem mais de mil páginas…rs Mas em It tudo é necessário para se compreender a história. Cara, a presença do Fukunaga no roteiro só me deu mais confiança para o filme. Se ele fosse o diretor então, com o Nic Pizzolato no roteiro, eu nem estaria com confiança, mas com certeza…rs

  • Rodrigo

    Quem foi esse gênio? kkkkkkkkk

  • Junior Silva

    hahahahaha

    Os dois juntos realmente seria excelente.

  • nemo

    Kkkkkk, velho… deixa pra lá! Parece que eu atraio (ou busco?). O cara ainda me enviou o link do significado de sinônimo! uahuahauhaua

    Resumindo: TODOS os filmes do Ford são clássicos. Até os perdidos.

  • Pedro, o Homem Sem Medo

    Que post sensacional, Rodrigo. Confesso que não sou muito fã do gênero de terror e também não sou um grande fã do Stephen King. Nunca li um livro completo dele. Certa vez, eu comecei a ler O Pistoleiro, mas parei na metade. Achei o livro insuportavelmente chato e incompreensível. Espero que isso tenha sido falta de maturidade como leitor, pois vejo muitas pessoas reverenciando o Stephen King. Não acredito que todas elas estejam erradas e eu esteja certo…kkkkkkk
    Vou dar uma chance ao livro, mas será por sua causa. Espero que eu goste deste:-)

  • Herbie: O escritor

    Esse livro tem mil páginas? Imagina o tempo que o King teve pra fazer isso.

  • Rodrigo

    Valeu, meu amigo. Olha, Stephen King tem muito livro. Escreve como quem respira…rs É um dos grandes escritores de terror, sem sombra de dúvidas, mas está longe, obviamente, de ser um grande nome da literatura…rs Tem ótimos livros e tem péssimos livros. Do que li dele, eu gosto bastante de It, a sua melhor obra, e dos contos de drama que ele escreveu que deram origem a filmes: O Corpo (virou o filme Conta Comigo) e Rita Hayworth e a Redenção de Shawshank (virou o filme Um Sonho de Liberdade). Ainda quero ler À Espera de Um Milagre. Já li O Iluminado, A Dança da Morte e Sob a Redoma e achei os dois primeiros livros comuns e o terceiro bem fraco.

    Esse livro da série A Torre Negra eu ainda não li, mas já vi tanto gente adorando, quanto gente detestando…rs E a história dessa saga é repleta de temas e variações, uma mistureba danada de coisas, além de referências a outros livros dele, então eu imagino que seja mesmo incompreensível…rs Já It é outra coisa, é a história desses sete personagens em Derry e sua luta contra a Coisa. Não tem nada de incompreensível, e a narrativa é dinâmica e fluída. Se for mesmo ler, espero que goste.

  • Pedro, o Homem Sem Medo

    Se for mesmo ler?
    Não acredita em mim, não? Kkkkkkkkk
    Eu já baixei o livro:-)

  • Rodrigo

    Levou quatro anos escrevendo. Ele escreve no mínimo dez páginas por dia, todo dia, saíam elas boas ou ruins, sejam de que livros forem. É o método que ele usa.

  • Rodrigo

    Você não gosta de terror…rs Baixou de onde, meu amigo e em que formato? Eu tenho o eBook original dele aqui.

  • Pedro, o Homem Sem Medo

    Baixei em um site, mas nem vi o nome…kkkkkkk
    O formato é o pdf mesmo. E sobre eu não gostar de terror, você está correto. No ano passado, eu tentei ler o livro O Exorcista (por não ter coragem de assistir ao filme), mas parei em menos de cem páginas. Não que o livro tenha sido ruim, mas é que toda vez que eu lia, eu ficava ouvindo sons estranhos em casa…kkkkkkkkkkkk

  • Herbie: O escritor

    Eu pesquisei e li que ele estava fazendo o roteiro de Carrie: A Estranha,mas achou um lixo e jogou fora. A esposa dele então leu o roteiro e adorou,motivando ele a terminar e publicar.
    Tem caras que fazem coisas espetaculares mas parecem não gostar muito. Alan Moore é um que não gosta de Piada Mortal rs.

  • Herbie: O escritor

    Quem diria que o Fin Wolfhard fará um personagem nesse filme.

  • Rodrigo

    Kkkkkkkkkk Com esse você vai ficar ouvindo palhaços por aí.

    Te enviei o eBook em ePub. Você pode ler no PC usando o Adobe Digital Editions (http://www.adobe.com/br/solutions/ebook/digital-editions/download.html), ou no tablet com algum app de leitura de eBook (Moon Reader, Google Play, Saraiva Reader, Aldiko, etc.)

  • Rodrigo

    Sim, essa história é famosa. Sorte dele que a esposa leu os papéis…rs E sorte nossa também.

  • Herbie: O escritor

    Já que você é um entendedor de Stephen King,o que acha dos filmes que adaptaram esse livro?

  • nemo

    O Cary é um dos roteiristas. Tem mais 2 creditados e que mexerem no script depois que ele deixou a produção.

    Inclusive sua divergência se deu por querer dividir o livro em 2 filmes. Um mostrando a infância e no segundo a vida adulta e os traumas dos meninos.

    Duvido que ele tenha deixado sua “marca”.

  • Rodrigo

    O filme do Brian De Palma é muito bom. Já a versão recente é bem genérica.

  • Herbie: O escritor

    A versão de 2013 com a Chloë Grace Moretz?

  • Pedro, o Homem Sem Medo

    Aquele dcneco safado é um viciado em psicopatas…kkkkkkkkkk

  • Rodrigo

    O telefilme ganhou o Emmy de Trilha Sonora (que é ótima) e foi indicado em Montagem (que é mediana). Já o resto… roteiro, direção, atuações, efeitos, tudo é horrível. O que se destaca, e se destaca muito, é o Pennywise de Tim Curry, simplesmente perfeito.

  • Kaecilius, O Fanático

    Ok!

  • Rodrigo

    E o que melhor do que um palhaço psicopata sobrenatural? kkkkkkkkkkkkkkkk

  • Kaecilius, O Fanático

    Muitos méritos! Se vc para escolher outro, eu escolheria o Stan. Mas todos os personagens são de destaque.

    O Pennywise do Tim Curry é INCRÍVEL! Tenho quase certeza que o novo não o ultrapassará, o que não é demérito algum. Espero que o Bill faça muito bem o papel.

    Que bom que outro está viciado hehehhehehehehe….

  • Kaecilius, O Fanático

    Preciso ler logo esse livro!

  • Pedro, o Homem Sem Medo

    Uma menina incorporando um demônio…kkkkkkkkk
    Até hoje, eu tenho calafrios com aquele filme… que eu nem assisti, mas tenho medo. Tudo culpa da minha mãe que me fez assistir um documentário do filme com ela.

  • Rodrigo

    Totalmente. É claro que Bill é o protagonista, mas eu espero que o roteiro consiga trabalhar bem a participação de todos os outros. Todos têm os seus momentos no livro.

    Também não espero que o Skarsgård supere o Tim Curry, mas que faça bem o papel. E eu estou achando que a abordagem dele do Pennywise será bem distinta do telefilme. no telefilme o Tim Curry surgia como um palhaço normal, inusitado e bizarro, mas normal, para de repente transformar-se em uma figura sinistra. O do Bill Skarsgård está parecendo que vai ser mais assustador desde os primeiros instantes, acho que não terá muito essa dualidade.

  • Rodrigo

    Ah, sim, mas pro Jipeiro que gosta de psicopatas, o palhaço psicopata sobrenatural é uma ótima pedida…kkkkkkkk Eu particularmente prefiro filme de terror com demônios. Crianças. Casas de dois andares. E clima outonal…rs São os ingredientes perfeitos para um ótimo filme de terror. Já perdi a conta de quantas vezes vi O Exorcista…kkkkkkkkkkkk

  • Kaecilius, O Fanático

    King consegue empoderar todos os personagens. O roteiro tem que aproveitar isso, a amizade daquele grupo é algo incrível!

    São abordagens bem diferentes. Se eu não me engano, parece que o Pennywise vai ter duas vozes no filme: a mais calma e a demônio encarnado.

  • Kaecilius, O Fanático

    Só vou acabar um do Doutor Estranho que to lendo e vou partir direto para O Exorcista.

  • Rodrigo

    Sem dúvida. Espero que caprichem na cena da represa (é ali que nasce a amizade entre 4 deles e Ben) e que possamos ver o modo como a Coisa aparece para todos eles (devemos ter diferenças pro livro em alguns, porque o diretor disse que não usaria lobisomens ou múmias no filme, mas traria “novos terrores”).

    Sim, mas visualmente ainda não vi esse novo Pennywise “normal”, nem na cena do bueiro ele apareceu sem ser demoníaco. Ou ao menos não divulgaram ainda. Vamos ver.

  • Kaecilius, O Fanático

    A cena da represa é uma das minhas favoritas do livro. Acho que só perde para a do lobisomen (ele disse que não ia cair, mas então o que seria aquela cena que começam a sair garras da luva do Pennywise) e a das sanguessugas.

    Vou dizer algo que já disse, mas espero que ele fale algo no próximo trailer.

  • Kaecilius, O Fanático

    Então o Exorcista 2 é um clássico supremo kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.

  • Herbie: O escritor

    A voz dele me lembra o Mark Hamill como Coringa.

  • Kaecilius, O Fanático

    Agradeço todos os dias pela esposa dele kkkkkkkkkkkkkkkkk.

  • Kaecilius, O Fanático

    Achei “boazinha no limite” a versão de 2013. A do Palma é bem melhor.

  • Rodrigo

    Putz, a cena das sanguessugas também é incrível. E setembro não chega…rs

  • Rodrigo

    Na maioria das vezes vi com uma amiga que também tem pânico – mas diferente de você, gosta de ver filme de terror…rs É um filme incrível, e que resistiu muito bem ao tempo.

  • Kaecilius, O Fanático

    Em falar nela, será que vão adaptar aquele momento do Patrick e o Henry? Nunca setembro pareceu tão distante.

    Ps: Se a classificação aqui no Brasil for de 18, meu amigo eu vou ter um treco.

  • Pedro, o Homem Sem Medo

    E ela te agarrava nos momentos de terror?
    Kkkkkkkkkkkkk
    Quem diria que esse meu amigo é um espertinho…kkkkkkkkk
    Cara, aquelas cenas da menina são aterrorizantes. Não existe nenhum filme que chegue perto daquilo.

  • Rodrigo

    Eu acho que essa cena deve ficar de fora, ou ser apenas sugestionada. Até porque serão crianças no início da adolescência. Não acredito que vão mostrar uma cena dessas.

    Você tem quantos anos?

  • Rodrigo

    Não, é só minha amiga mesmo…rs Na adolescência tínhamos um grupo de amigos (eu, ela, e mais um casal de irmãos) e sempre víamos filmes em casa. Vimos O Iluminado e A Tempestade do Século, ambos do Stephen King, umas trinta vezes cada…kkkkkkkkkkkkkk Praticamente todo filme de terror interessante que sai a gente vai ver.

    Totalmente aterrorizante. Penso que o terror com o diabo é o pior de todos, muito melhor que psicopatas ou monstros. Justamente por ser um mal contra o qual parece não haver como se combater;

  • Kaecilius, O Fanático

    Também acho.

    Meu amigo, prepare para a revelação…

    13. Tu achava que eu tinha quantos?

  • Rodrigo

    Ainda é novo. Nem quando sair a parte 2 você vai ter mais de 18…rs

    Classificação +18 sempre vem pra cá como 16, não? E indo com alguém mais velho, até uma criança entra em uma sessão dessas…rs Nunca viu nenhum filme com classificação mais alta no cinema?

  • Kaecilius, O Fanático

    Nem lembre disso Rodrigo kkkkkkkkkkkkkkkkk.

    Com 18, segundo a lei, não entra nem com responsável. Se for um dezesseis euu até desenrolo, mas 18 lasca tudo. Os com classificação mais alta que vi foram Deadpool e Logan, ambos 16.

  • Kaecilius, O Fanático

    Depende. Os remakes de Halloween vieram como 18 aqui.

  • Rodrigo

    Que filme foi exibido aqui como +18? Lembra de algum? Já vi vários filmes de terror no cinema e sempre tem vários adolescentes nas sessões.

  • Kaecilius, O Fanático

    Esses classificado como 18? Os novos Hallowens, o sexta-feira 13 mais recente e só lembro desses. Terror geralmente fica entre 14-16.

  • Rodrigo

    Esses aí não vi no cinema…rs

  • Rodrigo

    Pensava que tivesse uns 17, 18. Eu tenho 32.

  • Kaecilius, O Fanático

    Sério? Nossa kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Eu pensava que tu tinhas 38.

  • Kaecilius, O Fanático

    Quem foi que disse isso kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk?

  • Rodrigo

    Kkkkkkkkkkkkkkkkkk 38? Por causa do quê?

  • Kaecilius, O Fanático

    Pelas histórias que você conta da sua vida, o seu jeito de escrever etc. Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.

  • Rodrigo

    Entendi…rs Pô, tenho tantas histórias assim que parece que precisei de quase uma década a mais para vivê-las? kkkkkkkkkkkk Se eu usasse minha foto aqui no perfil do disqus, acharia que tenho muito menos…rs

  • Kaecilius, O Fanático

    Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.

    Pô, tenho tantas histórias assim que parece que precisei de quase uma década a mais para vivê-las?

    Rodrigo só tu mesmo kkkkkkkkkkkkkk.

  • Rodrigo

    Ah, e uma pergunta importante que ainda não havia feito: qual o seu nome?

  • Kaecilius, O Fanático

    Outro spoiler supremo: Pedro.

  • Rodrigo

    A invasão dos Pedros…rs Também é de Pernambuco?

  • Kaecilius, O Fanático

    Shuahsuhaushuahaua.

    Bingo!

  • Rodrigo

    Ele foi o único que ficou do cast original do primeiro roteiro do Fukunaga, que também iria dirigir o filme.

  • Kaecilius, O Fanático

    Outra coisa que eu acho que vai ser bem explorada é a amizade Eddie e Richie. Se vc ver o trailer na cena do projetor o Eddie já vai pedir ajuda ao Richie. E os atores desses dois personagens tiveram uma ótima relação no set, então acho que vai ser um dos pontos positivos.

  • Rodrigo

    Parece que sim. Cara, a relação desses moleques vai ser demais. E queremos ouvir as muitas vozes de Richie…kkkkkkkkkkkkkk

    Tava lendo as curiosidades no IMDB, e lá diz que o filme vai incluir o encontro de Eddie com o leproso e a cena entre Henry e Patrick. Vamos ver como farão.

  • Rodrigo

    Sim, mas me refiro às “insinuações” feitas em um dos encontros com o leproso. Parece que estarão inclusas. O Fukunaga acabou saindo porque ele queria colocar aquela cena, a cena, e o estúdio, obviamente vetou porque são crianças atuando. Ele considerava que ela era fundamental pro filme e resolveu sair por causa disso. Reescreveram do roteiro apenas essas partes que ele não queria alterar – e que estranho, ele alterou também o nome de vários personagens, não sei por qual motivo. Aí na nova versão do roteiro voltaram aos nomes originais do livro..Pode ser que ocorra sim após essa cena do trailer.

  • Kaecilius, O Fanático
  • Kaecilius, O Fanático

    Interessante…

    Agora é só esperar Setembro!(Meu Deus parece que cada vez que eu falo, fica mais distante!).

  • Rodrigo

    Valeu, meu amigo. Vocês são suspeitos para falar sobre essa resenha por causa do tema…kkkkkkkkkkkkkkkkk

    A narrativa do King em It é fantástica. Li outros dele, ele tem esse estilo, mas em nenhum ele esteve tão “afiado” quanto em It. Eu li esse livro no final do ano, entre 2014 e 2015. Só conseguia ler nos fins de semana, mas terminei em um mês. A imersão é total. Cara, você vai acabar o livro muito antes do filme, não tenha dúvidas. E vai ficar as semanas restantes na ansiedade…rs

  • Põe ótima pedida nisso! kkkkkkkk
    Eu quero MUITO descobrir o por que dele fazer tudo aquilo. Atacar de tempos em tempos… Deve ser uma criatura sobrenatural/imortal. Como se a carne das crianças que consome desse a ele anos de vida, e de tempos em tempos, ele tivesse que devorar mais algumas, para se “recarregar”. Acho que essa é a minha teoria.

  • É melhor que não diga mesmo! kkkkkkkk
    A ansiedade só aumenta desse jeito! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    Nunca li, Rodrigo. O Aragorn (um amigo nosso aqui dos comentários) começou a ler um livro dele esses dias (mas não me recordo o nome). Ele me disse que é um dos maiores escritores da história, não? Um grande influenciador, como Will Eisner foi para os quadrinistas?

  • Rodrigo

    Sim, ia pro terraço, que é mais silencioso e ficava a tarde toda lendo. No Kobo (ou em qualquer e-reader) é ainda pior, porque ele mostra a % que você já leu do livro, sua média de leitura por página e a estimativa de horas, baseada nessa média, para você acabar o livro…kkkkkkkkkkkkkkk Você fica na ansiedade a cada vez que liga o aparelho (“caramba, já li 60%”, “faltam apenas 3 horas de leitura”).

    Sim, claro. Você vai voltar muito…rs O que mais tem em It são momentos incríveis que você vai querer partilhar. Quando for fazer isso, responda algum comentário, ou então crie um comentário novo e me marque, que eu verei.

  • Rodrigo

    Se você fosse um fã de Lovecraft provavelmente teria teorias ainda mais detalhadas sobre a Coisa…rs Ele foi uma das maiores influências do Stephen King, e It é um livro extremamente “lovecraftiano”. Lovecraft é o maior nome da literatura de horror, ao lado de Edgar Allan Poe. Era muito amigo de Robert E. Howard, o criador de Conan, e foi influencia para praticamente todos os que escrevem no gênero. Lovecraft influenciou Stephen King, Alan Moore, Neil Gaiman, um monte de gente.

  • Rodrigo

    Nem fale. Ainda bem que são muitos os filmes que quero ver daqui até lá…rs

  • Nossa, aqui em casa é uma gritaria o dia inteiro. Quando vou ler, tenho que me trancar no quarto, e ligar o ventilador no máximo, para que o som produzido ajude na leitura. O aplicativo que estou lendo (Perfect Viewer) mostra a porcentagem também! kkkkkkkkkkkkkkkkkkk
    Fico do mesmo jeito que você ficava! Atualmente, estou com pouco mais de 9% do livro concluído. Eu leio vagarosamente, observando detalhes e “digerindo” as falas e descrições (o mesmo vale para os quadrinhos, onde eu observo cena por cena, atenciosamente).

    Beleza, então! Criarei novos comentários, te marcando. Acho melhor! kkkkk
    Já tô até vendo… Até eu terminar o livro, esse post terá inúmeros novos cometários! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  • Caramba! Ele era um gênio, então!
    Espero ler algo escrito por ele algum dia. Tem algum livro que me recomenda dele? O melhor, na sua opinião?

  • Rodrigo

    Tem muitos contos. Não tem muito “um” livro específico, nem o melhor. O mais representativo é O chamado de Cthulhu, a partir do qual vários escritores desenvolveram histórias sobre esse universo, influenciou bandas, jogos de RPG, um monte de coisa, tem até gente que vive como se o que ele escreveu fosse real e não ficção…rs Anteontem eu “comprei” (kkkkkk) um dos eBooks gratuitos que a Amazon disponibilizou por um período: Os melhores contos de H.P. Lovecraft. Se quiser te envio.

    Eu tenho um esqueleto de post aqui sobre um conto, Um Habitante de Carcosa, de Ambrose Bierce, que influenciou muito H.P. Lovecraft e Robert W. Chambers (tão importante quanto Lovecraft só que menos conhecido). Não vou nem tentar explicar sobre o que é e a influência do conto, porque é um negócio bem intrincado, mas vou colocar na minha lista de próximos posts – ainda mais que pretendo escrever sobre a primeira temporada de True Detective, e ela bebe nisso.

  • Rodrigo

    Então está na mesma situação que eu vivo lendo no Kobo…kkkkkkkkkkkkkkk Na época lia no terraço porque trabalhava em uma editora durante a semana e só lia esse livro no final de semana, aí ficar no quarto era pior, porque a TV na sala estava ligada. Hoje, como trabalho em casa, leio mais de madrugada, que é sempre silenciosa, aí fico no quarto mesmo.

    Beleza então, aguardarei seus comentários. E será legal ver as suas especulações à medida em que a história for avançando…rs Enquanto lia também passaram várias teorias pela minha cabeça.

  • Acho que é esse o livro que o Aragorn comentou comigo. Ele também “comprou” nos eBooks gratuitos que a Amazon estava disponibilizando. Falando nisso, já acabou essa “promoção”? Ou ainda continua?

    Por favor! Se realmente puder me mandar, seria ótimo! Já posso até deixar ele “de próximo”! kkkkkk

    Aliás, como funciona esse negócio do Kindle? Se eu quiser te enviar um livro que tenho lá, como faço?

    Bem, se um dia der prosseguimento a esse esqueleto, seria prazeroso ler sobre! True Detective também, pois é uma série que eu nunca vi. Falando em séries, não comecei a ver Sons Of Anarchy até hoje :/

  • Às vezes eu leio de madrugada também, principalmente finais de semana. É, pra mim, uma das melhores horas para aproveitar uma boa leitura (pena que o sono é inimigo nessas horas… kkkkkkkkkkk)

    Tudo bem! Hehehe… Já estou ansioso para discutirmos!
    Não quis entrar muito em detalhes ainda pois, basicamente, aconteceram apenas as introduções dos personagens. Mas, antes que eu me esqueça… queria só comentar uma coisinha com você… A morte do Stanley.
    Cara, como aquela cena da banheira foi bem construída, não? A namorada dele – que não me recordo o nome agora – batendo na porta, tentando pensar em todo tipo de coisa, menos que ele havia, de fato, morrido. Sem contar no “COISA” que ele deixou escrito nos azulejos acima da banheira. Achei aquilo foda.

  • Rodrigo

    Eu tenho um eBook que compila todos os contos do Lovecraft, mais de 1000 páginas, foi lá que li vários, já me inspiraram bastante em RPGs que fiz, mas não garanto a qualidade da tradução de todos porque foi compilado por fãs…rs Essa edição que eu peguei na Amazon não tem toda a obra, mas é melhor, porque é de uma editora. Te enviei o eBook.

    Foi promoção aleatória de um dia…rs Alguns livros da lista eu já tinha, então peguei esse e o Kleber pegou 2001: Uma Odisseia no Espaço.

    Você diz eBooks que você tem no app do Kindle? São livros que você comprou? Se forem, tem que tirar o DRM pra enviar pra alguém.

    True Detective é ótima, espetacular. Uma das melhores séries que já vi. Comprei o DVD no dia em que saiu, de tanto que gostei…rs Farei o post sobre ela, e aí esse sobre Carcosa sai, porque tem influência na série. Ainda estou devendo o post sobre Sons of Anarchy também, é outra que recomendo muito.

  • Matt The Radar Technician

    Você sabe mesmo vender um produto, hein Rodrigo? Espero que esse livro me deixe tão vidrada quanto a sinopse que você escreveu. Tô curiosíssima.

    Fiquei mais animada quando você disse que a maior parte é em terceira pessoa. Tenho implicância com narrativas em primeira pessoa, salvo raras exceções.

  • Aragorn II, son of Arathorn

    Comecei a ler a obra há alguns dias. O King é fenomenal! Li apenas dois livros dele – ‘O Iluminado’ e ‘Sobre a Escrita’, mas considero-o um de meus escritores favoritos. Ele faz o leitor entrar na trama e vibrar a cada página.

    É uma obra grande, mas espero terminá-la em breve – os livros dele, por maiores que sejam, sempre são incrivelmente divertidos de se ler. Não sou o maior fã de terror, mas o que ele faz… é incrível!

    E, Rodrigo… que dizer dos teus posts? Foi magnífico, como sempre! Espero muito, tanto do livro quanto do filme, que teve um ótimo trailer.

  • Rodrigo

    Kkkkkkkkkkkkkkk Valeu, Débora. Olha, espero que goste do livro tanto quanto gostei. E que veja o filme! Com exceção de Tolkien eu não sei quais são seus gostos em leitura, mas It é um dos meus livros preferidos dos últimos tempos, e olha que o King está muito longe de figurar entre os meus escritores prediletos.

    Também prefiro narrativas em terceira pessoa na maioria das vezes.

  • Matt The Radar Technician

    Não sabia que o filme seria de Cary Fukunaga. Eu gosto muito do trabalho que ele fez com Jane Eyre.

  • Rodrigo

    O Cary Fukunaga iria dirigir o filme, mas ele não aceitou cortar certas coisas –
    tem uma cena em especial que é extremamente polêmica, e considero desnecessária, apesar de ser importante pra história, que o estúdio obviamente exigiu que ele retirasse, mas ele não aceitou e resolveu sair do projeto. O roteiro original é dele também. Depois que ele saiu o estúdio contratou outros dois roteiristas para reescreverem essas partes e ajustarem o roteiro.

  • Matt The Radar Technician

    Além de fantasia eu adoro Victorian Gothic/Regency Novels. Charlotte Bronte, Emily Bronte, Jane Austen, Ann Radcliffe, etc. Sou muito fã de literatura inglesa do século 19. Wilde, Dickens, etc.

    Dos contemporâneos meus favoritos são alguns de Ian McEwan, Perfume de Patrick Suskind e HARRY POTTER. Hehehe. Mas leio muito pouca coisa nova. É mais preguiça mesmo.

    Ultimamente tenho tentado ler sci-fi.

  • Rodrigo

    Valeu! Você sintetizou bem: os livros do Stephen King são divertidos de ler. São muito divertidos! A leitura é prazerosa na maioria das vezes e flui bem e ele consegue colocar o leitor na história de um modo muito competente. Até o lançamento do filme você termina o livro fácil, e tenho certeza que a sua imersão no filme será total. Também espero demais por essa adaptação.

  • Rodrigo

    Show. Tem coisa aí que nem conheço…rs Austen nunca li, mas já li pouco de Dickens e Wilde. Acho que literatura inglesa também está entre as minhas prediletas, muitos dos escritores que gosto são britânicos: Mary Shelley, Conrad, Stevenson, G. K. Chesterton, Tolkien, C. S. Lewis, Agatha Christie, George Orwell. Fora isso gosto dos russos, em especial Dostoiévski e Tolstoi, de Jorge Luís Borges (espetacular) e dos brasileiros, principalmente Graciliano, Machado e Jorge Amado. De escritores contemporâneos acho que o único que eu leio mesmo é Stephen King. Tem tentado ler sci-fi de quais autores?

  • Rodrigo

    Essa sequência é incrível, meu amigo. Stephen King sabe construir tensão e atmosfera como poucos. E você vê que ele é malandro…rs, vai brincando com a expectativa do leitor. Ele começa com aquele prólogo sensacional que narra a morte de Georgie e a primeira aparição de Pennywise, depois tem a morte do gay na ponte, e então ele parte para essa cena que você cita. Até aí já foram mais de quarenta páginas e você ainda não sabe nada da história de fundo! Você está se perguntando: “quem é fulano? Por que ele fez isso? Mas o que levou a ter essa reação? O que ocorreu no passado?”. Ele vai só construindo o mistério, pedacinho por pedacinho, sem pressa.

  • Rodrigo

    Foi só para marcar o retorno da Coisa na década de 1980. É um dos assassinatos que convencem Mike de que ela retornou.

    Acho que a história não foi introduzida no julgamento por causa dos dois policiais responsáveis pela investigação. E também, quem acreditaria? rs Coloca a descrição da cena com Stan entre spoiler.

  • Me desculpe. Tomei o cuidado de colocar a tag de spoiler no cometário anterior, mas nesse esqueci. Acabei de corrigir!

    Sim, só não foi dito nada por causa dos dois policiais. E, claro, ninguém acreditaria naquilo. Eles até falam isso… kkkkkkk

  • Rodrigo

    Foi uma dificuldade escrever esse texto sem spoiler…kkkkkkkkkkkkk Tanto que pode ver que descrevi que os seis retornam para Derry depois das ligações de Mike, e sabemos que um deles ficou para trás em uma banheira…kkkkkkkkkkkkkk

  • O Stan é o tipo de personagem que a gente vai se apegar muito, né? Eu sei que todos serão apegáveis, mas o Stan deve se destacar em algum momento?

    O King pode ter feito isso de propósito, penso eu, para lermos já sabendo qual seria o destino do personagem. Abrir uma história com a morte de alguém, e depois desenvolvê-lo ao ponto do leitor se apegar a ele e não querer que ele morra é uma crueldade sem tamanho! kkkkkkkkkkkkkkkkk

  • Herbie: O escritor

    Até que o personagem dele é importante,aliás,todos os personagens do livro devem ser importantes para a trama.

  • Rodrigo

    Por mais que o Bill seja claramente o protagonista, todos eles terão destaque, terão seus momentos. Isso que é o legal do livro, o King consegue desenvolver muito bem todos os sete, apresentar suas personalidades, seus medos, angústias, não dá destaque a apenas um e deixa os outros para escanteio.

    Exatamente! Conforme você vai adentrando nas histórias do passado, da infância, você vai se apegando ao Stan, e entendendo por que ele fez o que fez na vida adulta, e ao mesmo tempo lamentando por ele ter feito aquilo! Foi uma ótima sacada abrir já com a morte de um deles antes mesmo de você sequer conhecer ou se importar com aqueles personagens. A dor depois retrocedendo é muito maior…kkkkkkkkkkk

  • Rodrigo

    Sim, ele desenvolve e dá destaque, maior ou menor, aos sete.

  • Kaecilius, O Fanático

    Acho que todos os escritores possuem alguma birra comigo. Toda vez que me interesso por algum personagem, o que acontece… MORRE! Mesma coisa com o Stan. Eu me apeguei muito a ele e deu no que deu…

  • Cara, estou muito empolgado para o filme,desde que anunciaram que iriam fazer uma versão para cinema eu acompanhei todas as notícias (Fanatismo, Sorry) eu espero muito que esse filme seja um sucesso tanto de crítica quanto de bilheteria (para termos a parte 2)

  • Kaecilius, O Fanático

    Acho que é quase certa a parte 2, mas não tomemos conclusões precipitadas hehehehhehe…

    Ps: Quem sou eu para falar do Fanatismo, eu sou Kaecilius, O Fanático hahahhahahhahahha (se não é para fazer trocadilho merda, é melhor nem fazer shuahsuahushauhsuashua).

  • Rodrigo

    Jessica Chastain está sendo considerada para fazer a Bev na vida adulta.

  • Kaecilius, O Fanático

    Eu vi esses rumores. Espero que seja verdade. Saiu mais algum rumor sobre os personagens na fase adulta?

  • Rodrigo

    Está na hora então de dar o passo adiante: partir dos quadrinhos para os livros. É um outro universo. Mil vezes mais rico, mais amplo, mais incrível. Eu comecei pelos livros, antes dos quadrinhos. Difícil recomendar algo…rs Seria melhor saber que tipo de história mais te agrada. Eu comecei por Agatha Christie (tenho quase 40 livros impressos dela), a rainha do romance policial, muito tempo que não leio nada dela, mas gostava muito. Daí fui para os brasileiros, Machado de Assis, Graciliano Ramos e Jorge Amado, meus preferidos, deles pulei pros russos (Dostoievski e Tolstoi) e então comecei a ler e conhecer mais britânicos: Chesterton, Orwell, Conrad, Lewis, Stevenson, entre outros, e um argentino, Jorge Luís Borges, que é um dos meus escritores prediletos. Do que tenho na minha biblioteca digital, não sei o que indicar inicialmente. Já leu Frankenstein? A história é famosa, um drama com horror, e o livro é um clássico da literatura, muito bom. É um ótimo começo.

    Da Terra Média não tenho nenhum em eBook, tudo em impresso ainda – queria no digital, mas a editora que vende mete a mão no preço…rs Tenho A Árvore e a Folha, que tem uma fábula e um ensaio do Tolkien, ambos incríveis. Esses dois do King, A Dança da Morte e Doutor Sono, eu tenho, o primeiro foi a minha equipe que fez na editora em que eu trabalhava: Freitas Bastos. E que eu comprei sem me lembrar que havíamos feito…kkkkkkkkkkk

  • Rodrigo

    Seria, mas as chances de dar errado seriam imensas. Precisa ser um diretor acima da média pra fazer uma narrativa entrelaçada como essa funcionar no cinema. E acho que resolveram fazer dessa forma, dividida, pra que não fique o final “inconcluso” na primeira parte. Para que as duas partes fiquem um tanto quanto “independentes”.

  • Cleber Rosa

    Rodrigo, desculpe perguntar para você por aqui, mas é que vi abaixo vocês conversarem sobre o assunto e por isso me senti a vontade para perguntar.

    Na sua opinião, qual e-reader é o melhor, Kindle, Lev ou Kobo ( que é o que você tem não? ), parece que com o Kobo você não foca restrito a loja da Amazon, podendo receber e-books de pessoas e baixar na internet, procede?

    Desde já agradeço cara, é que vou dar uma chance a um desses aparelhos, sempre gostei mais de ter as paginas dos livros nas mãos, mas é cada vez mais difícil levar os livros para o trabalho, viagens, etc!

  • Rodrigo

    Eu trabalho com produção de livro digital, tenho um Kobo e já usei o Kindle – nunca usei o Lev, só testei nas lojas. Como eu disse para o Jipeiro abaixo, não há diferença significativa entre eles. Não é como smartphone e tablet, onde você tem desempenhos distintos gritantes a depender do modelo, por causa dos processadores e da memória RAM. No caso dos e-readers, as diferenças de processamento entre os modelos mais baratos e mais caros são muito pequenas, afinal, é um aparelho com uma função exclusiva: leitura. O que você terá de diferente nos modelos é uma tela um pouco maior, ou aparelho com iluminação ou sem. Dito isto, eu recomendaria o Kindle Paperwhite: tem iluminação (que não é um artigo de luxo, mas sim muito útil, te garanto) e é o modelo intermediário da Amazon, com preço acessível.

    Sobre ficar restrito, com todos eles você fica em tese restrito às suas respectivas lojas: Kindle/Amazon, Kobo/Cultura e Lev/Saraiva. Você só pode comprar e baixar diretamente no e-reader através da loja do seu aparelho. Só que isso é simples de contornar. Ebooks que você recebe de outras pessoas e baixa da internet você pode colocar em qualquer um dos e-readers via PC ou via e-mail (caso do Kindle). E se for o caso de ter um e-reader e comprar um eBook em outra loja, basta tirar o DRM do livro, um processo simples de se fazer. É o que eu faço: tenho um Kobo, da Cultura, mas tem muitos meses que só compro eBook na Amazon, que tem preços muito melhores. Depois que compro eu tiro o DRM e converto (a Amazon usa o mobi/kf8, enquanto todas as outras usam o ePub) para ler no Kobo.

  • Rodrigo

    Comprei o Kobo em 2012, desde então nunca mais comprei livro impresso e estou querendo me livrar dos mais de 400 livros que tenho aqui. Você não vai nem lembrar da existência do livro em papel depois que começar a ler em um e-reader…rs

  • Rodrigo, eu lancei lá no canal um conto a respeito do Shazam, chamado O Último Trovão. Como você é um grande fã do personagem, assim como eu, convido você a conferi-lo (se quiser, claro). Seria uma honra!

  • N1N6U3M

    Fiquei animado com essa resenha, vou ler esse livro.

    Parece ter uma história muito bem construída, o tipo de livro que me interessa.

    Rodrigo, parabéns pela resenha, toda cheia de detalhes. E o livro parece que leva mesmo a Coulrofobia a um outro nível.

  • N1N6U3M

    E tem um app pra Androide do Kobo que permite baixar centenas de livros gratuitos do site da editora Cultura direto no Tablet…

  • N1N6U3M

    Uso o Perfect Viewer direto no Tablet, é o melhor app.

  • N1N6U3M

    Eu li uns 30 livros da Agatha Christie, mas a coleção completa do Sherlock Holmes eu li três vezes e estou indo para a quarta vez num arquivo digital condensado de todos os livros.

    Toda a obra de Conan Doyle com o personagem do Sherlock Holmes passa um pouco de umas 6.000 páginas num PDF. Não perde a graça nunca, pelo menos pra mim kkk

  • Também acho. Para livros, eu recentemente descobri um melhor, chamado Lithium. Mas, para ler HQs, acho ele insuperável!!!

  • Rodrigo

    Eu comprei o eBook Obra Completa de Sherlock Holmes, da Nova Fronteira. Sempre gostei mais de Hercule Poirot e seu método mais psicológico. Do Sherlock li só uns dois livros na adolescência, mas vou ver se consigo ler tudo ainda.

  • Rodrigo

    Cara, o tablet é perfeito pra quadrinhos…rs Já li muitos no iPad. Uma pena que não temos aqui em português sistemas de HQs digitais da Marvel e DC como existe nos EUA, com assinatura mensal, tipo Netflix, e você tendo acesso a tudo, a todos os quadrinhos desde os primórdios dessas editoras. Seria incrível isso aqui.

  • N1N6U3M

    Depois diga o que achou da leitura da obra completa do Sherlock Holmes, é o mesmo livro digital que eu estou lendo (já tinha lido todos os livros separados antes).

    A personalidade singular do Sherlock Holmes como um homem-máquina é um detalhe peculiar da obra do Conan Doyle que alimentou muito toda a ficção produzida pela cultura de massa que veio depois. Um exemplo é a personalidade do Vulcano Spock que deve em grande parte ao seu modelo detetivesco e fleumático do Sherlock Holmes de Conan Doyle.

  • Rodrigo

    Valeu, meu amigo. Cara, tem gente que só de ver o cartaz já está com medo…rs Imagina no filme. O livro é muito bem construído, é Stephen King no seu auge. Se quiser o eBook eu te envio.

  • N1N6U3M

    Valeu, esse já está na minha lista imediata de leitura.

  • vamos ver como vai ser essa roupa nova do velho pagliacci,…

    pois esse palhaço aqui eu achei a historia muito sinistra/bem desenvolvida e original e gostaria de uma continuação,…

    Clown (2014)Jon Watts,…

    https://uploads.disquscdn.com/images/a252e639e3d7ef7c6869d76ad7c71f5411ff3db1e4d53a492a10752de3978582.jpg

  • Rodrigo

    O que saiu até agora parece legal. Tava sumido também, hein? rs

  • a Migo eu sumi mesmo e de outros lugares também,só frequentando assiduamente xvideos que é religião e isso não pode faltar,vida de fantasma solitário e abandonado não é fácil,eu faleci a alguns longos anos e todo mundo acaba se esquecendo de mim até em orações,eu fico conversando com paredes e com amigos imaginários constantemente mas não é a mesma coisa,então resolvi aparecer aqui para ver qual é a boa de voceiz,e falou que tem postagens de Horror/hentais eu fico entusiasmado iqual a cachorro vadio com frango assado,…

    …sinto falta daquela imagem que você andava por antigas bandas com o Léon me dava um pouco de tesão migo,…

  • N1N6U3M

    Para livros o Moon Reader é muito bom também. Uso de forma alternada o Perfect Viewer e o Moon Reader.

  • Rodrigo

    É uma pena. Tem aquele que o Omelete tá no meio, mas é muito fraco ainda, pouco conteúdo.