Chefe da PlayStation critica Activision perante acusações de assédio e racismo

A situação da Activision acabou de ficar ainda pior.  Depois de mais de 100 funcionários protestarem e exigirem a demissão do CEO Bobby Kotick, a Activision enfrenta agora pressão da Sony, uma das três fabricantes de consolas e que tem mantido uma parceria próxima com a editora.

O Bloomberg afirma ter obtido acesso a um email interno da Sony enviado por Jim Ryan, chefe da PlayStation, onde expressa preocupação aos funcionários pela atitude que a Activision tem mantido perante as acusações de assédio e discriminação.

“Contatamos a Activision imediatamente após o artigo ser publicado para expressar a nossa preocupação e preguntar como planeiam abordar as afirmações no artigo,” é dito por Jim Ryan no email.

O artigo foi publicado pelo Wall Street Journal ontem e revelou que o CEO Bobby Kotick ajudou a ocultar os comportamentos de assédio e discriminação, tendo conhecimento do que se passava internamente. Segundo as alegações, Kotick escondeu da direcção da companhia uma alegação de violação.

O email enviado pela PlayStation não indica que medidas vão tomar contra a Activision se a situação não for resolvida. As duas companhias têm sido parcerias de marketing, sobretudo em Call of Duty, que costuma ter conteúdos exclusivos temporários nas consolas da Sony.

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