Crítica | Fate/Stay Night: Unlimited Blade Works

Fate Stay Night Unlimited Blade Works começa introduzindo seu personagem principal Emiya Shirou, um estudante de ensino médio e mago iniciante que acaba involuntariamente envolvido na guerra do Santo Graal, um torneio mágico secreto onde sete magos, chamados de mestres, invocam personificações reencarnadas de heróis lendários da história, para travarem batalhas reais por um cálice mágico onipotente que pode satisfazer qualquer desejo do vencedor. Shirou e seu Servo, Saber, são forçados a juntar-se com Tosaka Rin, outro mestre na Guerra do Santo Graal, mas Shirou encontra-se ganhando o forte desagrado do Servo de Rin, Archer, cujas motivações são desconhecidas.

Focado disputas de poder em que objetivos altruísticos, nobres, egoísticos e até mesmo a falta de qualquer objetivo claro estão em confronto. Além disso, por  mais que estejam ligados aos mestres por um contrato místico, os servos têm grande autonomia de pensar e agir,  e, portanto, não necessariamente têm os mesmos objetivos e seguem a risca seus comando.

A ótima direção do Takahiro Miura, todo mistério envolvendo Archer é passado da melhor forma possível, nos deixando cada vez mais curiosos sobre sua identidade e motivações contra o Shirou. Vale ressaltar que o uso de técnicas cinematográficas em Unlimited Blade Works é preciso e incrível, a ação ganha uma fluidez e um impacto muito maiores com elipses, viradas de câmera e um excelente uso de câmera lenta. O estúdio Ufotable, é especializado principalmente por cenários digitais belíssimos e possuem um filtro que utilizam para embelezar ainda mais seus animes, algo que Fate tem de sobra.

Para quem não viu o primeiro Fate/Stay Night, não deve ser preocupar em começar a assistir o novo a versão de 2004 e sim esta de 2014, já que não existe uma ligação de continuidade entre os dois animes. “Unlimited Blade Works” é um dos finais alternativos da visual novel para PC da Type-Moon. Esta versão alternativa começa após o primeiro combate de Saber contra Lancer. A história vai acompanhar mais de perto Archer, e desenvolver o romance entre Shiro e Rin em vez de Shiro e Saber.

Unlimited Blade Works foi produzido em conjunto pela Aniplex, Notes e Ufotable, os mesmos estúdios que coproduziram a adaptação de 2011-2012 do anime Fate/Zero (história passada antes de Fate/Night, mas sem ligação direta com a mesma), e teve como base os desenhos originais de Takashi Takeuchi, mesmo não sendo feitos pelo mesmo. A temporada possui 24 episódios.

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